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    Turquia abate bombardeiro russo na Síria (115)
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    O ministro da Defesa da Grécia, Panos Kammenos, afirmou nesta quarta-feira (2) que a Turquia reconheceu que derrubou o caça russo Su-24 sobre o território sírio. Ele destacou que, caso contrário, a OTAN teria usado sua carta de defesa coletiva como uma resposta a uma agressão a um de seus membros.

    “Este fato é reconhecido pela própria Turquia, que, se a situação fosse diferente, teria pedido para ativar o artigo 5 da Carta da OTAN como um Estado membro da aliança agredido”, disse Kammenos no canal de televisão Mega.

    Um caça F-16 turco abateu um bombardeiro russo Su-24 em 24 de novembro, na primeira vez que um aliado da OTAN derruba um avião da Rússia em décadas. Após o incidente, Ancara alegou que atacou o jato russo por este ter violado o espaço aéreo turco. A equipe da Rússia e o Comando Geral de Defesa Aérea síria confirmaram que o jato russo nunca ultrapassou a fronteira da Síria.

    O artigo 5 da Carta da OTAN lista uma agressão a um membro da aliança como um ataque a todos os seus signatários. O presidente russo, Vladimir Putin, descreveu a ação como uma “punhalada nas costas” realizada por “cúmplices de terroristas”. Moscou impôs uma série de medidas econômicas sobre a Turquia em resposta ao incidente.

    Tema:
    Turquia abate bombardeiro russo na Síria (115)
    Tags:
    terroristas, caça russo, queda, derrubada, espaço aéreo, reconhecimento, aliado, agressão, F-16, Su-24, Carta da OTAN, Ministério da Defesa, OTAN, Vladimir Putin, Panos Kammenos, Ancara, Moscou, Rússia, Grécia, Turquia
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