11:19 14 Dezembro 2017
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    Forças de segurança realizam buscas no hotel Radisson Blu, em Bamako

    Há cidadãos russos entre os mortos no ataque ao hotel no Mali

    © AFP 2017/ HABIBOU KOUYATE
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    O presidente russo frisou que as atrocidades cometidas no hotel no Mali mostraram que o terrorismo não tem limites.

    "O líder russo enfatizou que a desumana atrocidade cometida na capital maliana confirmou novamente que o terrorismo não reconhece fronteiras e representa uma ameaça real para o mundo", indica o comunicado do Kremlin tornado público este sábado.

    O telegrama de Putin enviado ao presidente do Mali, Ibrahim Boubacar Keita,  diz que "pessoas de diferentes fés e nacionalidades são vítimas dele [do terrorismo]" e instados a se levantar contra essa ameaça numa ampla cooperação internacional.

    Neste sábado (21) o Ministério do Exterior russo confirmou que há cidadãos russos entre as vítimas na capital do Mali, Bamako, onde homens armados tomaram reféns na sexta-feira (20) no  hotel, disse a porta-voz do ministério.

    A Rússia está agora a verificar o número exato dos seus cidadãos que perderam as vidas quando os homens armados invadiram o Radisson Blu Hotel na sexta-feira e fizeram 170 pessoas como reféns.

    "A partir de hoje, podemos confirmar que estavam russos entre os falecidos," disse a porta-voz da chancelaria Maria Zakharova.

    Forças de segurança realizam buscas no hotel Radisson Blu, em Bamako
    © AFP 2017/ HABIBOU KOUYATE
    Ela também afirmou que o ministério vai fazer um anúncio oficial depois de elaborar a lista das 27 pessoas que morreram no ataque ao hotel, incluindo alguns alegados atacantes.

    O presidente do Mali, Ibrahim Boubacar Keita, declarou o estado de emergência nacional em Mali na sexta-feira.

    O grupo militante islâmico Al Mourabitoun já teria reivindicado a responsabilidade pelo ataque em Bamako, dizendo que foi realizado em conjunto com a Al-Qaeda.

    Mais:

    Homens armados detêm 170 pessoas como reféns em hotel na capital do Mali
    Tags:
    vítimas, reféns, Maria Zakharova, Mali
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