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    Caça francês se prepara para decolar em local não revelado, em 15 de novembro de 2015

    França destrói alvos do EI em terceira noite de ataques aéreos

    © REUTERS / ECPAD-French Defence Ministry/Handout via Reuters
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    Capital francesa sofre pior atentado da história (68)
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    Militares franceses iniciaram uma nova série de ataques aéreos contra a chamada capital do Estado Islâmico em Raqqa, na Síria.

    "Neste momento, nossa Força Aérea… dez caças estão atacando Raqqa. e como vocês sabem, amanhã o porta-aviões Charles de Gaulle sairá rumo ao leste do Mediterrâneo para continuar ataques aéreos contra alvos específicos, especialmente nos arredores de Raqqa e Deir ez-Zour", declarou o ministro da Defesa francês, Jean-Yves Le Drian.

    "O número de ataques da força aérea francesa contra o Estado Islâmico vai crescer", completou o ministro, que disse qinda que haveria 36 caças na região capazes de atingir alvos do EI após a chegada do porta-aviões Charles de Gaulle.

    Os ataques mais recentes, que usaram dez caças Rafale e Mirage 2000, eliminaram um posto de comando dos terroristas e um centro de treinamento.


    "Ambos alvos foram atingidos e destruídos simultaneamente", disse o ministério em um comunicado. "Conduzido em coordenação com as forças dos EUA, o ataque tinha como alvos locais identificados durante missões prévias de reconhecimento realizadas pela França."

    Após os ataques terroristas em Paris, na última sexta-feira, a França aumentou seus esforços para destruir posições do Estado Islâmico na Síria. A mudança na postura francesa também sinaliza uma cooperação renovada com a Rússia. Le Drian também elogiou os ataques aéreos russos na Síria.

    Nesta terça-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, orientou os militares russos a "estabelecerem contato direto com os franceses e trabalharem com eles como aliados."

    Em conversa por telefone, Putin e o presidente francês, François Hollande, concordaram em assegurar cooperação militar e de inteligência entre os dois países.

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    Tags:
    coalizão internacional, terrorismo, ataque aéreo, Charles de Gaulle, Força Aérea da França, Estado Islâmico, Jean-Yves Le Drian, Raqqa, Síria, França
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