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    Aviação russa combate terrorismo na Síria (111)
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    Washington ainda se recusa a coordenar ações militares com a Rússia na Síria, apesar da disposição de Moscou em fazê-lo, afirmou nesta terça-feira o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

    Bomba nuclear B61
    © flickr.com / Dave Bezaire & Susi Havens-Bezaire
    "Não há cooperação com o lado americano. Nossos colegas americanos se recusam a qualquer tipo de cooperação", disse Peskov a jornalistas, enfatizando que a Rússia está pronta a trabalhar em parceria.

    Peskov considera prematuro falar sobre uma ampla coalizão contra o grupo terrorista Estado Islâmico, apesar de o Presidente Putin afirmar que os militares franceses são aliados da Rússia na luta contra o EI.

    "Ainda é prematuro falar de coalizão, mas enquanto nos convencemos de sua necessidade, entendemos melhor como deve ser essa coalizão", ressaltou.

    Anteriormente, Putin ordenou que os militares russos elaborem em conjunto com as forças navais da França um plano de ações para a Síria no mar e no ar.

    O líder russo apontou que os militares do país devem tratar seus colegas franceses como aliados quando estes se aproximarem de um porta-aviões na costa da Síria.

    O Estado Islâmico é atualmente um dos maiores desafios à segurança no Oriente Médio e no mundo todo. Os jihadistas controlam grandes regiões do Iraque e da Síria e pretendem ampliar sua influência no norte da África — especialmente na Líbia.

    Desde 30 de setembro, a aviação russa realizará ataques contra os grupos terroristas Estado Islâmico e Frente Nusra após um pedido do presidente sírio, Bashar Assad.

    O chefe do Estado Maior russo, general Valery Gerasimov, informou nesta terça-feira que desde o começo da operação, as Forças Aeroespaciais da Rússia realizaram cerca de 2.300 voos de combate e destruiu mais de 4.100 alvos dos terroristas.

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    Tags:
    coalizão, cooperação, parceria, Pentágono, Estado Islâmico, Kremlin, Dmitry Peskov, EUA, Rússia
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