17:12 25 Outubro 2020
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    O exército russo realizou nesta terça-feira (17) um “número significativo” de ataques aéreos contra o bastião do grupo terrorista Estado Islâmico em Raqqa, disse um oficial dos EUA citado pelas agências internacionais como a AFP e Reuters.

    As autoridades russas antes dos ataques avisaram o lado americano que iriam usar tanto mísseis de cruzeiro lançados a partir do mar como bombardeiros de longo alcance, escreveu a Reuters alegando o oficial americano.

    Moscou informou os EUA antes dos ataques no quadro do acordo com Washington sobre protocolos de segurança aérea, disse o oficial, acrescentando que pelo menos alguns dos ataques alvejaram o bastião do Estado Islâmico, a cidade de Raqqa na Síria.  

    O oficial americano, que falou em condições de anonimato, sublinhou que os Estado Unidos não coordenaram as suas ações com a Rússia e que os ataques russos não obrigaram os EUA a suspender quaisquer atividades da coalizão.

    O jornal francês Le Monde por sua vez, informou que os ataques supostamente foram efetuados de manhã nesta terça-feira (17) com mísseis de cruzeiro lançados de navios russos estacionados do mar Mediterrâneo.

    Esta informação apareceu logo após confirmação, por parte das autoridades russas, do caráter terrorista do acidente com o Airbus A321 pertencente à empresa russa Kogalymavia sobre a península do Sinai em 31 de outubro. O presidente russo Vladimir Putin afirmou que iria efetuar ações de retaliação contra os terroristas, nomeadamente intensificar os bombardeios contra as posições do Estado Islâmico e outros grupos terroristas na Síria. 

    O Ministério da Defesa da Rússia ainda não confirmou os ataques de mísseis.

    Tags:
    exército, mísseis de cruzeiro, terrorismo, Estado Islâmico, Vladimir Putin, EUA, Síria, Rússia
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