00:38 28 Janeiro 2021
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    Embora o Estado Islâmico seja apontado atualmente como a maior ameaça à segurança global, um novo levantamento realizado nos Estados Unidos mostrou que a população norte-americana está mais preocupada com a violência ligada ao porte de armas no país do que com possíveis ataques de jihadistas.

    De acordo com a pesquisa do instituto McClatchy-Marist, cerca de 63% dos americanos afirmaram ter mais medo da forte cultura de armas dentro dos EUA, enquanto apenas 29% consideraram o terrorismo em si uma ameaça maior. 

    No que diz respeito à visão dos dois maiores partidos políticos do país, enquanto os democratas tendem a considerar as armas mais perigosas do que o terrorismo, por uma margem de 44%, os republicanos, por uma margem de 10%, consideram o terrorismo mais perigoso.  

    "Se você é um candidato republicano preocupado com a base republicana nas primárias, você vai querer falar sobre terrorismo e sobre o que está acontecendo no Oriente Médio", segundo o estudo. 

    Outro destaque da pesquisa mostra que 71% da população negra dos Estados Unidos têm mais medo de ser vítima de uma simples arma de fogo do que de um atentado de maiores proporções, organizado por terroristas. 

    O levantamento do instituto McClatchy-Marist foi realizado com base na iniciativa do presidente dos EUA, Barack Obama, para endurecer a legislação sobre o porte de armas no país, apoiada pela maioria dos americanos mas amplamente criticada pelo Congresso. 

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    Tags:
    terroristas, terrorismo, armas, Congresso dos EUA, McClatchy-Marist, Estado Islâmico, Barack Obama, Oriente Médio, EUA
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