13:56 25 Setembro 2017
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    Philip Hammond, ministro das Relações Exteriores do Reino Unido

    Londres: Egito e Rússia podem investigar queda do A321 sem outros países

    © AFP 2017/ RADIM BEZNOSKA
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    Queda do A321 russo no Egito (60)
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    Os especialistas de Egito e Rússia poderão responder melhor do que os representantes de outros países se a queda do avião russo na Península do Sinai foi ou não ocasionada por um ataque terrorista, segundo afirmou o ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Philip Hammond.

    "A resposta definitiva sobre se foi ou não uma bomba virá de um exame forense dos destroços. Isso, claramente, não está sob o nosso controle. Os egípcios e os russos estão em uma posição muito melhor para responder a essa pergunta", disse Hammond ao ser questionado pela imprensa sobre a queda do Airbus A321.

    No último dia 31, 224 pessoas foram mortas na queda do voo 9263 da companhia russa Kogalymavia (Metrojet), que partia da cidade de Sharm El-Sheikh com destino a São Petersburgo, na Rússia. Desde o início das investigações, o governo britânico vem defendendo a teoria de que a aeronave teria sido vítima de um atentado por parte de extremistas ligados ao Estado Islâmico, hipótese cada vez mais aceita pelos investigadores que cuidam do caso. 

    Tema:
    Queda do A321 russo no Egito (60)
    Tags:
    terrorismo, bomba, avião, A321, voo 9263, Airbus, Estado Islâmico, Kogalymavia, Metrojet, Philip Hammond, Londres, Sharm El-Sheikh, Península do Sinai, São Petersburgo, Egito, Reino Unido, Rússia
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