06:07 16 Setembro 2019
Ouvir Rádio
    Sistema TOS-1A.

    Síria revela vídeo do poder de foguetes termobáricos russos em ataque ao Estado Islâmico

    © Sputnik / Alexander Vilf
    Mundo
    URL curta
    Estado Islâmico: pior ameaça mundial (299)
    6231
    Nos siga no

    O Exército sírio publicou um vídeo disparando foguetes termobáricos de um lançador múltiplos TOS-1A Solntsepyok e foguetes do lançador Grad contra posições do Estado Islâmico nas montanhas no norte-leste de Latakia, na Síria.

    O Solntsepyok é um lançador de foguetes múltiplos e uma arma projetada para derrotar inimigos em fortificações, em campo aberto e em veículos levemente blindados. Seus projéteis termobáricos são especialmente eficazes contra áreas áreas montanhosas e ambientes confinados. Os foguetes têm um alcance efetivo entre três a quatro quilômetros.

    A carga do Solntsepyok consiste em aerossol explosivo que é espalhado por cima do alvo e inflamado. A substância cria uma onda de choque mais longa e mais sustentável do que as convencionais. No epicentro da explosão, a temperatura sobe a 1.000 graus Celsius. Mais ainda, há queima do oxigênio atmosférico, e o vácuo subsequente rompe os pulmões das vítimas.

    O TOS-1A Solntsepyok é uma versão atualizada do sistema TOS-1 Buratino que passou por seus primeiros testes de combate no Afeganistão em 1988-1989.

    “Os sistemas de lança-chamas pesados de fabricação russa são bastante populares no Oriente Médio. A sua utilização no Iraque provou que o TOS-1A é perfeito para operações de combate locais para derrotar inimigo em fortificações”, afirmou o chefe da delegação da Rosoboronexport, Igor Sevastyanov, durante a Russia Arms Expo 2015.

    Tema:
    Estado Islâmico: pior ameaça mundial (299)
    Tags:
    montanhas, aerosol, poderio, mísseis termobáricos, inflamável, lançador de mísseis, vídeo, explosão, TOS-1A, Grad, Russia Arms Expo, Rosoboronexport, Latakia, Oriente Médio, Iraque, Afeganistão, Síria, Rússia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar