07:30 03 Agosto 2020
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    Budapeste chamou a atenção de Washington e de seus parceiros, neste sábado, para a necessidade de se juntar esforços com Moscou na luta contra os jihadistas do Estado Islâmico. Segundo o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Peter Szijjarto, só dessa forma a guerra civil síria poderá ser finalmente resolvida.

    Rússia realiza ataques aéreos contra posições do Estado Islâmico na Síria
    © Foto / Ministério da Defesa da Rússia
    "Nós temos que criar estabilidade no Oriente Médio e no Norte da África. E a principal questão é pacificar a Síria. Não haverá mais progresso, possibilidades de resolver a crise na Síria, a menos que haja um acordo e uma cooperação pragmática entre a comunidade transatlântica e a Rússia", afirmou o chanceler húngaro durante discurso na Assembleia Geral da ONU. 

    Para Szijjarto, a coalizão militar liderada pelos EUA e composta por mais de 60 países demonstrou pouca eficiência ao longo de mais de um ano de ataques não autorizados contra supostas posições do Estado Islâmico na Síria, uma vez que o grupo terrorista conseguiu conquistar importantes territórios apesar desses bombardeios. 

    Em poucos dias de operações, a Força Aérea russa conseguiu destruir diversas instalações e equipamentos utilizados pelos extremistas na Síria, obrigando centenas deles a abandonar suas posições e causando pânico e deserções em suas filas, conforme declarou o general Andrei Kartapolov, do Estado-Maior do exército.

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    Tags:
    Assembleia Geral da ONU, Estado Islâmico, ONU, Andrei Kartapolov, Peter Szijjarto, Oriente Médio, Norte da África, Washington, Budapeste, Moscou, Síria, Hungria, Rússia
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