10:59 07 Dezembro 2019
Ouvir Rádio
    Tanque Abrams em chamas

    Míssil soviético destrói tanque M1 Abrams americano (Vídeo)

    © AP Photo / Hadi Mizban
    Mundo
    URL curta
    1217819
    Nos siga no

    A operação terrestre no Iêmen liderada pela Arábia Saudita com uso de tanques M1 Abrams produzidos nos EUA resultou imediatamente em perdas de material blindado.

    O vídeo mostra os supostos rebeldes houthis no Iêmen usando o antigo complexo antitanque soviético telecomandado Fagot para destruir um tanque de combate M1 Abrams produzido nos EUA e operado por militares da Arábia Saudita. 

    O choque direto do míssil Fagot contra a torre do M1 fez detonar as munições do tanque armazenados na parte traseira da torre.    

    Esta é a parte mais vulnerável do tanque de combate americano que deixa a tripulação praticamente sem chance de sobreviver.

    Pelo contrário, a torre do novo tanque russo Armata não tem tripulantes, sendo controlada remotamente a partir de uma cápsula blindada. 

    O complexo antitanque telecomandado Fagot entrou em serviço operacional em 1970. 

    Atualmente, a Arábia Saudita, o Bahrein, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Egito, Jordânia, Marrocos, Paquistão e Sudão estão realizando a pedido do fugitivo presidente do Iêmen, Abd Rabbuh Mansur Hadi, a operação "Restaurando a Esperança" contra os rebeldes xiitas houthis. Este é, desde 21 de abril, o nome oficial da intervenção militar no Iêmen, que começou em finais de março.

    Os ataques aéreos realizados pela coalizão árabe já resultaram em centenas de mortos entre a população civil. Em meados de julho as forças leais ao presidente Hadi, com o apoio das forças da coalizão, expulsaram os houthis da cidade portuária de Áden e agora, segundo algumas fontes, estão preparando uma ofensiva contra a capital do Iêmen, Sanaa, que neste momento está sob controle dos houthis.

    Tags:
    coalizão, míssil, tanque, exército, Áden, Sanaa, EUA, Arábia Saudita, Iêmen
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar