01:20 23 Agosto 2017
Ouvir Rádio
    Marine Le Pen

    Marine Le Pen: Um verdadeiro presidente levantaria sanções antirrussas

    © Foto: Rex Features
    Mundo
    URL curta
    Guerra de sanções entre Rússia e Ocidente (179)
    141750411

    A França causa a si própria se continuar seguindo a política da União Europeia de sanções contra a Rússia, declarou a líder do partido francês de extrema-direita Frente Nacional, Marine Le Pen.

    A declaração foi feita durante um encontro com os seus partidários no sábado (29) na província de Champagne-Ardennes, no nordeste da França.

    “Agimos como tolos privando o país do mercado russo ao apoiar a política de sanções imprudentes decretada pela UE… Um verdadeiro presidente da França cancelaria imediatamente todas as sanções”, disse.

    Em julho do ano passado, a UE e os Estados Unidos aplicaram sanções contra certos indivíduos e empresas da Rússia, como resultado de uma suposta participação russa no conflito ucraniano. Moscou, por sua vez, tem repetidamente refutado tais acusações, afirmando possuir interesse numa resolução rápida e pacífica do conflito no país vizinho. 

    Em seguida, foram implementadas medidas restritivas em relação a setores inteiros da economia russa. Em resposta, a Rússia restringiu a importação de produtos alimentares dos países que impuseram as sanções.

    Em particular, a Rússia proibiu as importações de carne, peixe, produtos lácteos, frutas e legumes da União Europeia no verão do ano passado (inverno no hemisfério Sul).

    Em junho do ano corrente, a UE estendeu as sanções até 31 de janeiro de 2016 e a Rússia respondeu com o prolongamento do embargo alimentar.

    Enquanto os políticos europeus continuam a retórica contra a Rússia, diversos economistas já têm declarado que as sanções prejudicam a economia da própria União Europeia e que esta sofre perdas significativas.

    Tema:
    Guerra de sanções entre Rússia e Ocidente (179)
    Tags:
    embargo, economia, sanções, Marine Le Pen, União Europeia, França
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik