01:37 19 Outubro 2017
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    O presidente da China, Xi Jinping, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, na Parada da Vitória.

    Ocidente não tem capacidade de se opor à aliança russo-chinesa

    © Sputnik/ Alexei Druzhinin
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    A Organização de Cooperação de Xangai ganha cada vez mais força na arena internacional, enquanto o Ocidente não é mais capaz de garantir a segurança global, escreve a edição polaca Gazeta Wyborcza.

    A Rússia e a China estão criando um projeto que reforçará suas posições no mundo, escreve o jornalista polaco Dawid Warszawski no Gazeta Wyborcza.

    “A Europa, combatendo com dificuldade três crises (a grega, a ucraniana e a dos refugiados) não prestou atenção à cúpula tripla do BRICS, da União Econômica Eurasiática e da Organização de Cooperação de Xangai. E fez mal."

    De acordo com o jornal, as decisões tomadas nas cúpulas podem influir sobre o futuro da Europa.

    Os dirigentes russo e chinês pretendem juntar a Nova Rota da Seda e a União Econômica Eurasiática, o que levará ao surgimento de um espaço econômico unido e livre de Pequim até Minsk.

    Quanto à Organização de Cooperação de Xangai, à qual aderiram a Índia e o Paquistão, esta desempenha um significativo papel geopolítico e estratégico. Na SCO há quase tantos países com armamentos nucleares como no Conselho de Segurança da ONU. Além disso, a possível adesão do Irã ao grupo fortalece esta tendência, afirma o autor.

    “Hoje em dia o Ocidente já não é o único bloco que garante a segurança dos países em crise. A Organização de Cooperação de Xangai possui também meios e forças para isso.”

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    Tags:
    Organização de Cooperação de Xangai (SCO), BRICS, China, Rússia
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