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    BRICS: organização do futuro (189)
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    As universidade brasileiras perderam espaço no ranking das 50 melhores instituições de ensino superior dos países membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) segundo classificação da consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS).

    Na lista de 2015 aparecem nove universidades brasileiras, uma a menos do que na edição de 2014. A China continua dominando as primeiras posições, assim como ocorreu no ano passado.

    A única instituição do País que apresentou melhora no ranking foi a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que passou de 30.ª em 2014, para 27.ª mais bem posicionada na relação de 2015. A Universidade de São Paulo (USP) foi mais uma vez a mais bem colocada instituição de ensino superior e pesquisa do Brasil, na 9.ª posição. A USP, no entanto, caiu duas posições em relação a 2014.

    Na sequência, na 12.ª posição, aparece a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No mesmo ranqueamento, referente a 2014, a Unicamp aparecia em 9.º lugar. 

    A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que em 2014 aparecia na 44.ª posição, não consta entre as 50 melhores desse grupo neste ano.

    A chinesa Tsinghua, de Pequim, aparece na primeira colocação — que mantém desde 2013. Fundada em 1911, a Tsinghua é a 47.ª melhor universidade no ranking mundial da QS.

    A China tem 22 universidades entre as 50 melhores dos BRICS, dominando as três primeiras posições. Em segundo está a universidade Peking e, na sequência, a Fundan. A Universidade Estatal de Moscou aparece em quarta colocação.

    Além das três estaduais de São Paulo, quatro federais de São Paulo e Rio de Janeiro estão na lista, assim como duas Universidades Católicas (PUC) dos mesmos estados, informou Agência Estado.

    Tema:
    BRICS: organização do futuro (189)
    Tags:
    universidade, ranking, BRICS, África do Sul, Índia, China, Rússia, Brasil
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