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    A Rússia ultrapassou a Arábia Saudita como o maior exportador de petróleo para a China, segundo informou a Bloomberg nesta terça-feira (23). Com a deterioração das relações russo-ocidentais, Moscou procurou novos mercados energéticos. O aumentou sua cooperação com Pequim, incluindo no setor de petróleo e gás, resultou neste novo patamar.

    De acordo com dados enviados por email para a agência pela Administração Geral das Alfândegas (GAC) da China, as importações da Rússia aumentaram 20% em maio em relação ao mês anterior, para um recorde de 3,9 milhões de toneladas (4,3 toneladas curtas), o equivalente a 927 mil barris por dia. Ao mesmo tempo, as fontes sauditas caíram 42%, para 3 milhões de toneladas.

    "A Rússia está usando seu bom relacionamento com a China para aumentar a oferta e agora tomou o primeiro lugar. Enquanto isso, a Arábia Saudita está perdendo sua coroa porque seus preços de venda na Ásia não têm sido suficientemente atraentes", destacou a agência, citando Gao Jian, consultor de energia em Shandong.

    A Bloomberg acrescentou que, em maio, a Arábia Saudita foi ultrapassada por Angola, que se tornou a número de dois, com 3,2 milhões de toneladas exportadas para a China, um aumento de 14% em relação de abril.

    Em 2013, a companhia petrolífera estatal russa Rosneft e chinesa a National Petroleum Corporation (CNPC) fecharam um acordo de US$ 270 bilhões para o fornecimento de 365 milhões de toneladas de petróleo para a China mais de 25 anos.

    No sábado (20), a Rosneft e a China National Chemical Corporation (ChemChina) assinaram durante o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo um contrato para o fornecimento de 200 mil toneladas de petróleo bruto mensais para a empresa chinesa.

    Tags:
    Rússia, China, Pequim, Arábia Saudita, Angola, São Petersburgo, Shandong, Ásia, Rosneft, CNPC, China National Chemical Corporation, Fórum Econômico de São Petersburgo, petróleo, gás, acordo, exportação, venda, negociações, valor, preço, importação
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