15:00 22 Junho 2021
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    As consultas de paz sobre o conflito no Iêmen terminaram sem alcançar o fim do conflito. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (19) pelo enviado especial da ONU, Ismail Ould Sheikh Ahmed.

    "Creio que há acordo entre as duas partes quanto à importância de se obter uma trégua. Contudo, são necessárias mais consultas", disse o mediador, em entrevista em Genebra, Suíça.

    Desde terça-feira passada, a ONU realiza rodada de consultas de paz entre o governo iemenita no exílio e os rebeldes xiitas houthis que, desde a ofensiva em setembro de 2014, controlam grande parte do país, incluindo a capital, Sanaa.

    Ismail Ahmed disse que viajará a Nova Iorque, para expor a situação ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e ao Conselho de Segurança, embora continue a manter, à distância, o diálogo com as partes em conflito, informou Agência Brasil.

    Atualmente, a Arábia Saudita, junto com o Bahrein, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Egito, Jordânia, Marrocos, Paquistão e Sudão, está realizando a operação "Restaurando a Esperança" contra os rebeldes houthis. Este é, desde 21 de abril, o nome oficial da intervenção militar no Iêmen, que começou em finais de março.

    A facção houthi, a principal força de oposição política no Iêmen, assumiu o controle da capital Sanaa e de outras cidades do país no final de 2014, forçando o presidente Abed Rabbo Mansour Hadi a fugir.

    Segundo a ONU, o conflito já provocou a morte de 2.600 pessoas.

    Tags:
    Conselho de Segurança da ONU, ONU, Houthis, Abed Rabbo Mansour Hadi, Ban Ki-moon, Ismail Ould Cheikh Ahmed, Kuwait, Sudão, Paquistão, Marrocos, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Iêmen
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