13:15 24 Agosto 2019
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    Líderes do G7 em uma conversa informal durante a cúpula do grupo na Alemanha.

    Articulista francês: Rússia tem sorte por não ser convidada para a cúpula do G7

    © REUTERS / Michael Kappeler
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    O colaborador do site francês Boulevard Voltaire, Nicolas Bonnal, acredita que a Rússia tem sorte por não ter sido convidada para a cimeira do G7 este ano. “Como o Ocidente está atingindo novos patamares de absurdo, a Rússia deveria estar feliz por não estar em companhia de ‘idiotas’.”

    “A Rússia certamente não deve ter vergonha de não ter sido convidado para a cimeira do G7 este ano. O grupo das mais ricas nações ocidentais se reuniu na Alemanha, sem a Rússia e China, mas com a Itália e sua multidão de refugiados da Líbia”, disse Bonnal.

    Putin e Renzi na Expo 2015
    © Sputnik / Aleksei Nikolsky
    Ele continua destacando que “mesmo a Etiópia foi convidada a participar da cúpula, mas não a Rússia, punida por não dançar a melodia de Washington”. “Moscou foi colocada em um canto pela suposta agressão contra a Ucrânia e a falta de respeito pelos direitos humanos”, lembra o autor, informação negada insistentemente pelo governo russo.

    Bonal escreveu que, enquanto isso, os EUA têm 2,2 milhões de prisioneiros e mantém Guantánamo e o Patriot Act, além de 1.200 vítimas da brutalidade policial e mais de um milhão de pessoas que morreram por causa da guerras de gangues relacionadas com a droga. Neoconservadores norte-americanos começaram uma série de guerras atrozes na Líbia, Iraque e Síria em “seu desejo irracional e até mesmo assustador para prejudicar”.

    O G7 contemporâneo, que foi originalmente visto como o grupo das maiores economias do mundo, EUA, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Japão, Canadá e Itália, carece, segundo Bonal, não só da Rússia, mas também de China, Índia e Brasil.

    Tags:
    violência policial, cúpula, drogas, prisioneiros, refugiados, guerra, direitos humanos, Patriot Act, Boulevard Voltaire, G7, Nicolas Bonnal, Guantánamo, Grã-Bretanha, Etiópia, Líbia, Itália, Iraque, Síria, Canadá, Alemanha, Índia, China, Moscou, EUA, França, Japão, Ucrânia, Washington, Rússia, Brasil
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