21:31 21 Setembro 2021
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    No bombardeio da capital do Iêmen foram usadas “armas proibidas, que ainda não foram empregadas em nenhum país”, relata de Sanaa o correspondente do canal de televisão libanês Al Manar.

    De acordo com o canal, o novo tipo de armas foi criado para caças israelenses e agora sua eficácia está sendo testada durante ataques aéreos de áreas residenciais.

    O especialista em Oriente Médio Hasan Hanizadeh, editor-chefe da agência de notícias iraniana MehrNews, falou na entrevista a Sputnik Persian sobre o rastro israelense no conflito iemenita. Segundo ele, Israel tem participado ativamente no conflito iemenita desde o início. A nova munição que está sendo testada contra os civis no Iêmen foi desenvolvida por Israel e os Estados Unidos.

    “Isso mostra que os EUA, Israel e Arábia Saudita são aliados no uso das novas armas de destruição maciça”, disse Hanizadeh.

    De acordo com o especialista, essas armas foram criadas para objetivos de longo prazo, tais como ataques contra o Irã. Mas, de acordo com Hanizadeh, é pouco provável que o objetivo final de sua aplicação sejam as instalações nucleares do Irã, porque Israel não pode atacá-las diretamente.

    Tendo em conta os recentes acontecimentos na Península Arábica, no Oriente Médio está se formando uma aliança ambígua: EUA-Israel-Arábia Saudita. O especialista está convencido de que o objetivo principal da aliança é envolver o Irã numa guerra indesejada.

    “É uma provocação para enfraquecer a posição do Irã na região e provocar ações erradas. No entanto, o Irã tenta exercer a máxima vigilância”, notou Hanizadeh.

    Tags:
    EUA, Israel, Arábia Saudita, Iêmen, armamentos, ataque aéreo
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