19:39 23 Fevereiro 2020
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    A mídia sul-coreana, creditando a informação a uma fonte diplomática, publicou que a China permitirá que a Rússia faça parte do Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB) como um membro da Ásia, o que lhe garante mais direitos de voto do que as nações não-asiáticas.

    Notas bancárias de 5 mil rublos
    © Sputnik / Vladimir Trefilov
    Com a adesão russa como membro da Ásia, a participação da Coreia do Sul recuará de 4% a 5% para 3% a 3,5%. A Rússia anunciou sua decisão de fazer parte do AIIB no dia 28 de março. A iniciativa de Pequim confirma a aproximação chinesa de Moscou.

    O presidente da Universidade de Harvard e ex-secretário do Tesouro norte-americano, Laurence Summers, afirmou que a criação do banco foi aprovada por grande maioria dos países em todo o mundo, uma vez que os EUA não conseguiram reestruturar as instituições existentes, como o FMI, em conformidade com as novas realidades geopolíticas

    Yuan chinês
    © Sputnik / Aleksandr Demyanchuk
    As regras que regem o AIIB ainda têm de ser oficialmente anunciadas pela China. Segundo alguns relatos, os membros asiáticos do banco poderiam ter 75% dos direitos de voto, enquanto os restantes 25% iriam para membros não-asiáticos.

    A China e outros membros AIIB estão programados para realizar uma outra rodada de reuniões em Singapura acontecerá em maio, antes da assinatura dos artigos do acordo final que regerá o AIIB, em junho.

    Tags:
    membro asiático, Direitos, voto, poder, status, FMI, Universidade de Harvard, Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), Laurence Summers, Pequim, Moscou, Ásia, Coreia do Sul, EUA, China, Rússia
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