01:30 28 Janeiro 2020
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    O ex-Presidente egípcio Mohammed Morsi foi condenado a 20 anos de prisão. A justiça do Egito entendeu sua responsabilidade na repressão aos manifestantes do país em 2012. Ele, porém, escapou da pena de morte. A decisão não é definitiva, uma vez que ainda há a possibilidade de recurso.

    Outros 14 membros da Irmandade Muçulmana foram condenados à mesma pena de prisão. O juiz, porém, rejeitou as acusações de assassinato, alegando que a pena está ligada à demonstração de força e às detenções ilegais.

    O líder da Irmandade Muçulmana, Amr Darrag, que está exilado na Turquia, disse à Associated Press que a sentença é como um "dia triste e terrível na história do Egito".

    Morsi, representante da Irmandade Muçulmana no Egito, foi o primeiro presidente eleito no país, chegando ao poder em 2011, após a queda de Hosni Mubarak. Um ano depois acabou deposto pelos militares e preso em meio aos protestos dos egípcios, que foram às ruas contra o governo.

    O ex-líder egípcio é mantido em uma prisão de alta segurança perto da cidade costeira de Alexandria. Ele foi levado para lá depois de passar quatro meses em um local não revelado.

    Tags:
    sentença, prisão, condenação, Irmandade Muçulmana, Hosni Mubarak, Amr Darrag, Mohammed Morsi, Alexandria, Turquia, Egito
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