00:59 22 Outubro 2017
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    Atentado na Tunísia.

    Tunísia prende 23 suspeitos de ataque ao Museu do Bardo

    © AP Photo/ Ben Ali Salah
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    O ministro do Interior da Tunísia, Mohamed Najem Gharsalli, afirmou nesta quinta-feira (26) que 23 pessoas suspeitas de envolvimento no ataque ao Museu do Bardo, em Túnis, foram presas. No grupo, há uma mulher. Outros quatro fugiram.

    Segundo Gharsalli, eles integravam uma célula terrorista no país africano. O ministro informou que 80% desse grupo foram desarticulado e que os suspeitos que conseguiram fugir são dois marroquinos, um argelino e um tunisiano. Os envolvidos teriam se dividido em supervisão, planejamento e execução do crime.

    Entre os fugitivos está Maher Ben Mouldi Gaidi, cidadão da Tunísia, e que seria o fornecedor das armas que os dois atiradores utilizaram para executar 20 turistas estrangeiros e um policial no Museu do Bardo no dia 18 de março.

    Gharsalli relatou que não poderia divulgar o nome da organização responsável pelo ataque, mas adiantou que "é seguro afirmar que está ligada ao Okba Ibn Naffaa", grupo extremista ligado à Al-Qaeda e que se refugia nas montanhas da fronteira com a Argélia.

    O terrorista Lokman Abu Sakhr, argelino e um dos dirigentes da Okba Ibn Nafaa, teria, segundo Gharsalli, dirigido o ataque ao Museu do Bardo. O atentado, porém, foi reivindicado logo após a sua execução pelo grupo jihadista Estado Islâmico, rival da Al-Qaeda.

    Tags:
    jihadista, extremistas, terroristas, prisão, atentado, ataque, Museu do Bardo, Okba Ibn Nafaa, Al-Qaeda, Estado Islâmico, Mohamed Najem Gharsalli, Tunísia, Marrocos, Argélia
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