16:47 11 Dezembro 2017
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    Tropas de Berkut, foto de arquivo

    Ucrânia protege seu espaço de informação

    © AFP 2017/ SERGEI SUPINSKY
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    Ucrânia: campo de batalha (286)
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    A decisão do Ministério das Relações Exteriores ucraniano de parar a acreditação da mídia russa é uma política visada para proteger o seu espaço de informação e fazê-lo a atender seus interesses, declarou na quinta-feira (5) o representante da chancelaria russa, Aleksandr Lukashevich.

    Segundo o diplomata, trata-se de uma “violação clara de todas as normas concebíveis”.

    As últimas ações do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia significam que a situação se torna completamente agressiva e provocadora e não está de acordo com os compromissos da Ucrânia para a comunidade internacional, declarou Lukashevich.

    Nesta sexta-feira (6), os hackers do grupo CyberBerkut declararam que obtiveram os documentos do Ministério da Política de Informação ucraniano e a correspondência de seus funcionários segundo a qual a cidade de Mariupol será “limpada”.

    Segundo os dados no site do CyberBerkut, mais de 100 pessoas foram detidas nos últimos dias na cidade. Os hackers publicaram as cartas alegadamente da vice-ministra da Política de Informação, Tatiana Popova, em um das quais ela recomenda realizar em Mariupol o “projeto piloto da administração civil-militar”.

    Os hackers prometem publicar em breve os documentos internos do Ministério da Política de Informação da Ucrânia e a correspondência dos seus funcionários.

    Mais cedo eles publicaram a declaração: 

    “Nós, o CyberBerkut, ao saber que o recém-formado Ministério da Política de Informação da Ucrânia começou a formar "tropas de informação", esperávamos ver um adversário digno, capaz de nos desafiar. Imediatamente nos cadastramos no servidor das informações das tropas a fim de obter empregos engenhosos e tarefas astutas”.

    O CyberBerkut é o grupo das ativistas que foi criada após tropas da polícia especial Berkut serem dissolvidas. A composição do grupo é desconhecida, os membros mantem o anonimato. O grupo se apresenta como um agrupamento de hackers que “ajuda à Ucrânia manter a independência da agressão militar do Ocidente, que está pronto para proteger o governo de neofascistas”.

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