09:09 24 Março 2017
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    Molibdênio-99

    Rússia ajudará Brasil a identificar doenças perigosas

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    A empresa estatal russa Rosatom fechou um contrato com a Comissão Nacional de Energia Nuclear brasileira (CNEN) para o fornecimento dos radioisótopos de molibdênio-99 médicos de fabricação russa.

    Usando este radioisótopo, os médicos brasileiros poderão aumentar o número de procedimentos da detecção de câncer e das doenças cardiovasculares.

    O molibdênio-99 é o principal isótopo radioativo usado na medicina. O isótopo é utilizdo para gerar o tecnécio-99m, que é usado para a imagiografia médica. Até 30 milhões procedimentos em um ano é feito usando tecnécio-99m, o que constitui 80% do volume total de todos os procedimentos de de diagnóstico utilizando radionuclidos.

    O contrato entre a CNEN e a Rosatom é o maior em toda a história de fornecimento do molibdênio-99 russo no mercado internacional.

    Segundo o acordo, o volume semanal do fornecimento para o Brasil será de 120 até 450 curies (unidade de radioatividade), dependendo da necessidade do cliente.

    De acordo com os resultados da cooperação as partes pretendem considerar a celebração de um acordo de longo prazo, de cinco anos, para o fornecimento de molibdênio-99 e da outra produção de isótopos no âmbito do acordo intergovernamental atual entre a Rússia e o Brasil.

    Tags:
    contrato, medicina, Rússia, Brasil
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