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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta quinta-feira (3), na qual o Senado vota a MP sobre a vacina de Oxford, Etiópia garante acesso da ONU à região de Tigré e repercute a fala de Trump sobre campanha presidencial em 2024.

    Senado vota hoje a MP para vacina de Oxford contra COVID-19

    Nesta quinta-feira (3), o Senado deve votar a Medida Provisória (MP), que destina R$ 1,99 bilhões para a produção e aquisição de 100 milhões de doses da vacina produzida pela farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford. Caso não seja votada hoje (3), a MP deve perder a validade. Nesta quarta-feira (2), o Brasil registrou mais 669 mortes e 48.107 casos de COVID-19, informou consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa. Ao todo, o país registra 174.531 óbitos e 6.436.633 mortes pela doença.

    • Conforme países como o Reino Unido e a Rússia anunciam o início da vacinação em massa contra a COVID-19 na próxima semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou os critérios para aprovação de vacinas para uso emergencial no Brasil. Somente vacinas que passam por testes no país poderão ser aprovadas para o uso, que será restrito à rede pública.
    • O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre as possíveis vacinas a serem aprovadas no Brasil, declarando ter dúvidas sobre a qualidade dos imunizantes desenvolvidos para combater à COVID-19. O presidente disse aos seus apoiadores que, "se tiver um efeito colateral ou um problema qualquer já sabem que não vão cobrar de mim. Porque eu vou ser bem claro, 'a vacina é essa'". Anteriormente, o presidente havia declarado que não tem a intenção de tomar nenhuma vacina contra a COVID-19.
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, 26 de novembro de 2020
    © REUTERS / Adriano Machado
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, 26 de novembro de 2020

    Trump sugere candidatura à presidência dos EUA em 2024

    Nesta quarta-feira (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu ter a intenção de concorrer à presidência dos EUA em 2024. "Foram quatro anos incríveis", disse Trump. "Estamos tentando fazer mais quatro anos. Caso contrário, vejo vocês daqui a quatro anos." As declarações foram feitas aos membros do Partido Republicano reunidos na Casa Branca para marcar as festividades de fim de ano. O evento foi alvo de críticas por reunir um número considerável de pessoas e não prever regras de distanciamento social. O número de pacientes hospitalizados em decorrência da COVID-19 no país atingiu 100 mil, o dobro do número registrado em abril.

    Criança usa máscara protetora em ônibus escolar em Nova York, EUA, 2 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Jeenah Moon
    Criança usa máscara protetora em ônibus escolar em Nova York, EUA, 2 de dezembro de 2020

    Ex-presidente francês, Valéry Giscard d'Estaing, morre de COVID-19 aos 94 anos

    Nesta quinta-feira (3), o ex-presidente francês Valéry Giscard d'Estaing faleceu em decorrência da COVID-19, aos 94 anos. De acordo com a sua fundação, o ocorrido se passou na residência da família, na cidade de Loir-et-Cher. "Seu estado de saúde se deteriorou e ele faleceu em função da COVID-19". O funeral deve ser reservado à familiares, acrescentou a instituição. Giscard d’Estaing serviu apenas um mandato como presidente da França, entre 1974 e 1981, quando foi derrotado em eleições gerais pelo socialista François Mitterand. Defensor da unidade europeia, o conservador Giscard d'Estaing era considerado um reformista moderado. 

    Ex-presidente francês, Valéry Giscard d'Estaing, discursa no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França, 13 de janeiro de 2009 (foto de arquivo)
    © REUTERS / Vincent Kessler
    Ex-presidente francês, Valéry Giscard d'Estaing, discursa no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França, 13 de janeiro de 2009 (foto de arquivo)

    Etiópia garante acesso da ONU à região de Tigré

    Após semanas de negociações, o governo central etíope garantiu o acesso da Organização das Nações Unidas (ONU) à província de Tigré, localizada no norte do país. A entrada da ONU vai facilitar a entrega de ajuda humanitária para cerca de 600 mil pessoas atingidas pelo conflito militar. Mais de 45 mil pessoas deixaram a zona de conflito e foram recebidas em campos de refugiados no Sudão. De acordo com nota do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (ENUCAH), o acordo vai "garantir que agentes humanitários tenham acesso desimpedido, seguro e consistente às regiões sob controle federal da região de Tigré". Durante o mês de novembro, a região foi alvo de operação militar conduzida por Adis Abeba, em função de divergências entre o governo central e a Frente de Libertação de Tigré (FLPT).

    Criança olha pela janela em campo para refugiados da região etíope de Tigré, no Sudão, 2 de dezembro de 2020
    © REUTERS / Baz Ratner
    Criança olha pela janela em campo para refugiados da região etíope de Tigré, no Sudão, 2 de dezembro de 2020

    Rússia acolherá retorno dos EUA ao acordo nuclear com o Irã

    Nesta quarta-feira (3), o embaixador da Rússia em Washington, Anatoly Antonov, disse que Moscou receberá bem a volta dos EUA ao acordo nuclear iraniano. "Nós acolhemos a provável decisão norte-americana de retornar ao acordo", disse Antonov em evento sobre política internacional coordenado pelo Instituto Brookings. Em entrevista ao The New York Times, o provável vencedor das eleições norte-americanas, Joe Biden, reiterou sua intenção de retornar os EUA ao acordo que limita o desenvolvimento nuclear iraniano em troca da retirada gradual de sanções econômicas impostas contra Teerã.

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    Tags:
    Irã, Joe Biden, Donald Trump, EUA, França, COVID-19, pandemia, Brasil
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