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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais importantes desta quinta-feira (26), marcada pelo funeral de Diego Maradona, pelo retorno do Boeing 737 MAX ao espaço aéreo brasileiro e apoio de Aras à vacinação obrigatória contra COVID-19.

    Funeral de Maradona será na sede do governo da Argentina

    Nesta quinta-feira (26), a Argentina vai velar o ídolo do futebol mundial Diego Armando Maradona na Casa Rosada, em Buenos Aires. O funeral será celebrado entre as 6h00 e 16h00 do horário de Brasília, com caixão fechado. Autópsia preliminar aponta que Maradona faleceu de insuficiência cardíaca aguda, na quarta-feira (25). "É um dia muito triste para todos", afirmou o jogador argentino Lionel Messi. "Ele nos deixou, mas não vai a lugar nenhum, porque Diego é eterno". O brasileiro Pelé lamentou a "perda de um amigo" e disse: "ainda vamos jogar uma bola juntos no paraíso".

    Argentinos lamentam a morte de Diego Maradona, lenda do futebol mundial, em Buenos Aires, Argentina, 25 de novembro de 2020
    © REUTERS / Martin Villar
    Argentinos lamentam a morte de Diego Maradona, lenda do futebol mundial, em Buenos Aires, Argentina, 25 de novembro de 2020

    PGR defende possibilidade de vacinação obrigatória

    Na quarta-feira (25), o procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a constitucionalidade da vacinação obrigatória contra a COVID-19, em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, os estados podem adotar regras para campanhas de vacinação obrigatória, em caso de omissão do governo federal. O Brasil confirma nova subida nos números da COVID-19, com 12 estados apresentando tendência de alta no número de mortes pelo novo coronavírus. Na quarta-feira (25), o país registrou mais 620 mortes e 45.449 novos casos de COVID-19, totalizando 170.799 óbitos e 6.166.898 diagnósticos da doença.

    Parentes de vítimas da COVID-19 em cemitério no Brasil
    © REUTERS / Bruno Kelly
    Parentes de vítimas da COVID-19 em cemitério no Brasil

    Anac autoriza retomada de voos com Boeing 737 MAX, informa empresa

    Na quinta-feira (25), a empresa norte-americana Boeing informou que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) do Brasil autorizou a retomada de voos com aeronaves do modelo 737 MAX. A Anac é a segunda agência do mundo a permitir a volta do modelo, após autorização similar da agência reguladora norte-americana. A operação de aeronaves do modelo 737 MAX foi suspensa em 2019, após identificação de defeitos estruturais no modelo. As falhas causaram dois acidentes aéreos fatais, que fizeram cerca de 350 vítimas.

    Padre ortodoxo etíope reza para as vítimas do voo ET302, causado por falhas na aeronave Boeing 737 MAX, em Bishoftu, Etiópia, 8 de março de 2020
    © REUTERS / Tiksa Negeri
    Padre ortodoxo etíope reza para as vítimas do voo ET302, causado por falhas na aeronave Boeing 737 MAX, em Bishoftu, Etiópia, 8 de março de 2020

    Trump perdoa ex-assessor Michael Flynn

    Na quarta-feira (25), o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a concessão de perdão presidencial ao seu ex-assessor, general Michael T. Flynn. O ex-assessor foi acusado pelo Departamento Federal de Investigação (FBI, na sigla em inglês) dos EUA de falso testemunho durante investigação sobre suposta interferência russa nas eleições norte-americanas de 2016. O general foi a única pessoa condenada durante as investigações, que não encontraram evidências de conluio. Em final de mandato, Donald Trump tem a prerrogativa de estender perdão a cidadãos norte-americanos até 20 de janeiro de 2021.

    Presidente dos EUA, Donald Trump, e primeira-dama, Melania Trump, em cerimônia tradicional de perdão a um peru antes do feriado do Dia de Ação de Graças, em Washington, EUA, 24 de novembro de 2020
    © REUTERS / Hannah McKay
    Presidente dos EUA, Donald Trump, e primeira-dama, Melania Trump, em cerimônia tradicional de perdão a um peru antes do feriado do Dia de Ação de Graças, em Washington, EUA, 24 de novembro de 2020

    Coreia do Sul tem maior alta em casos de COVID-19 desde março

    Nesta quinta-feira (26), a Coreia do Sul reportou mais 593 casos de COVID-19, maior alta diária desde o março. O país, considerado exemplo mundial no combate à pandemia, havia flexibilizado medidas de distanciamento social impostas para conter a segunda onda de infecções no país. Casos entre jovens são a principal fonte de preocupação do governo, que pediu para que estudantes evitem frequentar escolas ou aulas particulares, às vésperas da realização de um dos exames vestibulares mais competitivos do mundo, em 3 de dezembro.

    Vendedora aguarda clientes em rua comercial na capital sul-coreana, Seul, 24 de novembro de 2020
    © REUTERS / Kim Hong-Ji
    Vendedora aguarda clientes em rua comercial na capital sul-coreana, Seul, 24 de novembro de 2020

    Mercado de Pequim suspende venda de produtos congelados

    Nesta quinta-feira (26), o mercado Xinfadi, em Pequim, origem de surto de COVID-19 em junho na capital chinesa, suspendeu a venda de produtos congelados e frutos do mar. Autoridades chinesas expressam crescente preocupação com infecções pelo novo coronavírus advindas de embalagens de produtos alimentícios importados, o que pode impactar exportações brasileiras para o país asiático. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por sua vez, expressou desejo de retornar à cidade de Wuhan, na China, para investigar as origens da pandemia de COVID-19. Especialista em doenças de origem animal da OMS, Peter Ben Embarek, afirmou que seu time gostaria de averiguar se os primeiros pacientes de COVID-19 foram infectados na zona rural do país, "ou talvez mesmo fora da China".

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    Tags:
    Coreia do Sul, COVID-19, pandemia, vacina, Diego Maradona, Argentina, China, Brasil, EUA
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