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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as principais notícias desta quinta-feira (5), marcada pela vitória de Biden em Michigan e Wisconsin, pela confirmação de mais de 102 mil casos de COVID-19 nos EUA em somente um dia e pelas novas restrições à entrada de estrangeiros na China.

    Com Biden próximo da vitória, Trump mobiliza advogados para contestar eleições

    Nesta quarta-feira (4), o candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, ficou mais próximo da vitória, após vencer as eleições nos estados-chave de Michigan e Wisconsin. A campanha de seu rival, Donald Trump, entrou com processos judiciais demandando recontagem em Wisconsin e suspensão da contagem de votos em Michigan e Pensilvânia. No voto popular, Biden bateu recorde histórico ao angariar mais de 70 milhões de votos, 3,5 milhões a mais do que seu oponente. Para vencer as eleições norte-americanas, no entanto, são necessários 270 votos de delegados do Colégio Eleitoral. De acordo com a Associated Press, Biden tem 264 votos no Colégio Eleitoral, contra 214 de Donald Trump. Acompanhe a apuração em tempo real

    Boné de cerâmica com slogan de campanha para reeleição de Donald Trump quebra em rua na capital dos EUA, Washington, 3 de novembro de 2020
    © REUTERS / Hannah McKay
    Boné de cerâmica com slogan de campanha para reeleição de Donald Trump quebra em rua na capital dos EUA, Washington, 3 de novembro de 2020

    EUA batem recorde de casos diários de COVID-19

    Em meio à tensão política, os EUA registraram o pior boletim de casos diários de COVID-19 de sua história, ao confirmarem 102.591 novos diagnósticos nesta quarta-feira (4). O sistema de saúde norte-americano está sobre pressão severa, conforme hospitalizações diárias chegam a 50 mil, reportou a Reuters. Nacionalmente, o número de hospitalizações cresceu 64% desde o início de outubro. Perante a aceleração do vírus, o líder da maioria no Senado norte-americano, Mitch McConnell, defendeu a aprovação de novo pacote de auxílio aos cidadãos afetados pela pandemia.

    Norte-americana se veste de anjo no dia das eleições presidenciais, Cleveland, Ohio, EUA, 31 de outubro de 2020
    © REUTERS / Da'shaunae Marisa
    Norte-americana se veste de anjo no dia das eleições presidenciais, Cleveland, Ohio, EUA, 31 de outubro de 2020

    Apesar de protestos, São Paulo recruta voluntários para teste com vacina chinesa

    Apesar dos protestos, o Governo do Estado de São Paulo vai selecionar novos voluntários para testes com a vacina chinesa CoronaVac, produzida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, informou a Folha de São Paulo. De acordo com o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, o Hospital Emílio Ribas coordena o recrutamento de novos voluntários nas regiões de Guaianases e Mandaqui, na capital paulista. Nesta quarta-feira (4), o Brasil registrou mais 622 mortes e 23.815 casos de COVID-19, totalizando 161.170 óbitos e 5.590.941 de casos, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

    Governador do estado de São Paulo, João Doria, durante coletiva de imprensa sobre a vacina chinesa CoronaVac, Brasília, 21 de outubro de 2020
    © AP Photo / Eraldo Peres
    Governador do estado de São Paulo, João Doria, durante coletiva de imprensa sobre a vacina chinesa CoronaVac, Brasília, 21 de outubro de 2020

    Congresso derruba veto presidencial da desoneração da folha

    Nesta quarta-feira (4), o Senado aprovou por 64 votos a dois a derrubada do veto presidencial à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos de empresas de 17 setores da economia até 2021. Apesar da derrubada ter sido apontada como uma derrota para a presidência, o governo aproveitou para fazer acordo com o Congresso, no qual obteve a liberação de R$ 27,1 bilhões em verbas para os poderes Executivo e Judiciário, garantiu o veto à ampliação do auxílio emergencial e desobstruiu a pauta em ambas as casas. Nesta quinta-feira (5), a prorrogação da desoneração da folha deve seguir para promulgação.

    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro sorri ao lado do chefe da Casa Civil, general Braga Netto, e da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em Brasília, 4 de novembro de 2020
    © AP Photo / Eraldo Peres
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro sorri ao lado do chefe da Casa Civil, general Braga Netto, e da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em Brasília, 4 de novembro de 2020

    Atirador de Viena agiu sozinho e serviço de inteligência assume falha

    Nesta quarta-feira (4), o ministro do Interior da Áustria, Karl Nehammer, confirmou que o atirador que deixou quatro pessoas mortas e 23 feridas em Viena agiu sozinho. Kujtim Fejzulai, de 20 anos, de cidadania austríaca e da Macedônia no Norte, foi abatido pela polícia no momento do ataque. De acordo com Nehammer, a inteligência austríaca teria cometido falha, uma vez que foi alertada pelo serviço de inteligência eslovaco de que Fejzulai teria tentado comprar munições na Eslováquia, sem sucesso. "Algo evidentemente deu errado nessas comunicações", lamentou Nehammer.

    Membro de grupo de operações especiais faz a segurança do local do atentado no centro de Viena, Áustria, 4 de novembro de 2020
    © REUTERS / Leonhard Foeger
    Membro de grupo de operações especiais faz a segurança do local do atentado no centro de Viena, Áustria, 4 de novembro de 2020

    China restaura restrições à entrada de estrangeiros por 2ª onda de COVID-19 na Europa

    Nesta quinta-feira (5), o governo da China voltou a restringir a entrada de estrangeiros no país, em função da segunda onda de COVID-19 na Europa. Cidadãos do Reino Unido e da Bélgica estão proibidos de entrar em solo chinês, enquanto cidadãos dos EUA, França e Alemanha serão submetidos a controles adicionais. As suspensões à entrada de estrangeiros impostas na China em março haviam sido retiradas em 28 de setembro. Brasileiros ou estrangeiros advindos do Brasil precisam realizar teste de ácido nucleico e de anticorpos para COVID-19 no máximo 48 horas antes de embarcar para a China, informou a Embaixada da China em Brasília.

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    Tags:
    atentado, Áustria, China, EUA, Donald Trump, Joe Biden, pandemia, COVID-19, Brasil
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