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    Bom dia! A Sputnik Brasil está de olho nas notícias mais relevantes desta quarta-feira (4), na qual a apuração das eleições norte-americanas domina os noticiários, Flávio Bolsonaro é denunciado pelo escândalo das rachadinhas e Etiópia inicia operação militar na região de Tigray.

    Trump lidera na Flórida e vitória avassaladora de Biden não se confirma

    Com a apuração dos votos em curso, os resultados parciais das eleições presidenciais norte-americanas prometem ser acirrados. Biden já ganhou em 18 estados, incluindo Califórnia e Nova York. Trump conseguiu vitórias em estados decisivos como Flórida, Ohio e Texas. Até agora, Biden tem 238 votos no Colégio Eleitoral, contra 213 de Trump. A corrida pode ser definida pelos resultados dos estados de Michigan, Pensilvânia e Wisconsin. Com votação antecipada e pelo correio, os resultados oficiais podem demorar dias para serem anunciados. Acompanhe a apuração em tempo real.

    Funcionários do sistema eleitoral de Wisconsin contam cédulas de eleitores ausentes, em Kenosha, Wisconsin, EUA, 3 de novembro de 2020
    © AP Photo / Wong Maye-E
    Funcionários do sistema eleitoral de Wisconsin contam cédulas de eleitores ausentes, em Kenosha, Wisconsin, EUA, 3 de novembro de 2020

    Ministério Público denuncia Flávio Bolsonaro e Queiroz por corrupção na Alerj

    Na madrugada desta quarta-feira (4), o procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, denunciou o senador Flávio Bolsonaro, seu ex-assessor Fabrício Queiroz e mais 15 pessoas pelos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita no âmbito do escândalo das rachadinhas no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Na denúncia, o filho do presidente é apresentado como líder de organização criminosa. Uma vez notificado, Flávio terá 15 dias para responder ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

    Manifestante demonstra apoio ao presidente e candidato à reeleição nos EUA, Donald Trump, em Brasília, 3 de novembro de 2020
    © AP Photo / Eraldo Peres
    Manifestante demonstra apoio ao presidente e candidato à reeleição nos EUA, Donald Trump, em Brasília, 3 de novembro de 2020

    Números da COVID-19 apresentam melhora no Brasil, mas taxa de transmissão aumenta

    Nesta terça-feira (3), o Brasil confirmou mais 276 mortes e 13.748 casos de COVID-19, totalizando 160.548 óbitos e 5.567.126 de diagnósticos da doença, informou consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa. A média móvel de número de mortes do país ficou em 367, o menor nível desde o dia 28 de abril. No entanto, estudo do Colégio Imperial de Londres, no Reino Unido, acusou aumento na taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil. A taxa estaria em 1,01, o que indica que cada pessoa infectada transmite a doença para pelo menos uma pessoa, possibilitando o avanço da pandemia.

    Estudante comparece às aulas presenciais em escola estadual em São Paulo, 3 de novembro de 2020
    © REUTERS / Amanda Perobelli
    Estudante comparece às aulas presenciais em escola estadual em São Paulo, 3 de novembro de 2020

    EUA se retiram oficialmente do acordo do clima de Paris

    Nesta quarta-feira (4), os EUA se retiraram oficialmente do Acordo de Paris sobre o clima. O acordo tem o objetivo de reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa, a fim de limitar o aquecimento global a níveis inferiores a 2 ºC. A retirada dos EUA havia sido objeto de promessa de campanha do presidente Donald Trump, durante as eleições de 2016. Os EUA são um dos principais emissores de gases do efeito estufa dentre os demais 197 países signatários do acordo, assinado em 2015. O candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, informou que, caso ganhe as eleições presidenciais de 2020, vai reverter a decisão e manter Washington no acordo.

    Estudantes realizam ato em apoio ao combate às mudanças climáticas em Roma, Itália, 9 de outubro de 2020
    © AP Photo / Gregorio Borgia
    Estudantes realizam ato em apoio ao combate às mudanças climáticas em Roma, Itália, 9 de outubro de 2020

    Polícia austríaca prende 14 suspeitos de ligações com atentado terrorista em Viena

    Nesta terça-feira (3), a polícia austríaca prendeu 14 pessoas e cumpriu mandados em 18 residências, em busca de possíveis participantes no atentado no centro de Viena. A polícia da Suíça também informou ter prendido duas pessoas suspeitas de ligações com o atentado na cidade de Zurique. Na segunda-feira (2), terrorista ligado ao Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e demais países) abriu fogo na capital austríaca, deixando 4 pessoas mortas e 22 feridas. O agressor, identificado como Kujtim Fejzulai, de nacionalidade austríaca e da Macedônia do Norte, foi eliminado pela polícia.

    Velas são colocadas em local do atentado em Viena, Áustria, 3 de novembro de 2020
    © REUTERS / Leonhard Foeger
    Velas são colocadas em local do atentado em Viena, Áustria, 3 de novembro de 2020

    Etiópia inicia operação militar na região de Tigray

    Nesta quarta-feira (4), a Etiópia iniciou operação militar na região de Tigray, localizada na fronteira norte do país. "As operações já começaram", informou a porta-voz do governo, Billene Seyoum, à Reuters. De acordo com o governo, a Frente Popular para a Libertação de Tigray teria realizado ataques contra instalações das Forças Armadas etíopes na região, causando a morte de "muitos mártires, feridos e propriedades danificadas", disse o primeiro-ministro do país, Abiy Ahmed, em rede social. "Nossas Forças Armadas receberam a ordem de iniciar missão para salvar o país", escreveu Abiy. O grupo de monitoramento de Internet, Netblocks, reportou que a região de Tigray foi bloqueada da rede mundial de computadores, reportou a AFP.

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    Tags:
    Etiópia, Viena, Flávio Bolsonaro, Joe Biden, Donald Trump, eleições, corrupção, Brasil, pandemia, COVID-19
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