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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta quinta-feira (29), marcada pela revogação do decreto sobre privatização de postos de saúde, imposição de lockdown na França para conter segunda onda de COVID-19 e alerta de embaixador russo sobre corrida armamentista na Europa.

    Anvisa aprova importação de insumos da vacina chinesa contra COVID-19

    Após polêmica entre o Planalto e governos estaduais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atendeu a pedido do Instituto Butantan e aprovou a importação de insumos para a produção de 40 milhões de doses da vacina CoronaVac. A vacina, desenvolvida pelo instituto em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, está na terceira fase de testes clínicos. Nesta quarta-feira (28), o Brasil confirmou mais 499 mortes e 28.852 casos de COVID-19, totalizando 158.480 óbitos e 5.469.755 diagnósticos da doença, de acordo com o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

    Após críticas, Bolsonaro revoga decreto sobre privatização de postos de saúde do SUS

    Nesta quarta-feira (28), o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, revogou decreto que autorizava o Ministério da Economia a considerar a privatização de postos de saúde do SUS. A revogação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O decreto permitia que o Ministério da Economia incluísse as Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI), que trata de privatizações de empresas públicas. Apesar do passo atrás, Bolsonaro escreveu em rede social que o decreto "em momento algum sinalizava para a privatização do SUS" e não excluiu a possibilidade "do mesmo ser reeditado".

    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro durante cerimônia na frente do Palácio da Alvorada, Brasília 27 de outubro de 2020
    © REUTERS / Adriano Machado
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro durante cerimônia na frente do Palácio da Alvorada, Brasília 27 de outubro de 2020

    Caças F-16 interceptam aeronave que violou espaço aéreo durante comício de Trump

    Nesta quarta-feira (28), caças F-16 da Força Aérea dos EUA interceptaram aeronave que violou espaço aéreo restrito durante comício do presidente dos EUA e candidato à reeleição, Donald Trump, em Bullhead City, Arizona. De acordo com o Comando Aeroespacial de Defesa da América do Norte, a aeronave invasora só respondeu a contatos após a Força Aérea usar sinalizadores. Inicialmente, Trump pensou que a Força Aérea estava fazendo um desfile surpresa para ele, mas reconsiderou ao observar a movimentação dos caças. "É um dos nossos [...] precisamos ter cuidado", disse o presidente.

    Apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, durante comício no estado norte-americano do Arizona, 28 de outubro de 2020
    © REUTERS / Jonathan Ernst
    Apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, durante comício no estado norte-americano do Arizona, 28 de outubro de 2020

    França e Alemanha impõem drásticas medidas para conter 2ª onda de COVID-19

    França se prepara para a imposição de lockdown de um mês para controlar nova onda de COVID-19. Bares e restaurantes serão fechados, viagens entre regiões serão restritas e moradores precisarão de autorização para deixar suas casas até dezembro. Segundo o presidente francês, Emmanuel Macron, "o vírus se propaga a uma velocidade imprevista até mesmo pelos cenários mais pessimistas". Cerca de 58% dos leitos de UTI do país já estão ocupados por pacientes infectados pelo novo coronavírus. A Alemanha decretou o fechamento de bares, restaurantes, teatros e cinemas a partir do dia 2 de novembro para frear a segunda onda de COVID-19.

    Chanceler alemã, Angela Merkel, coloca máscara protetora após coletiva de imprensa em Berlim, Alemanha, 28 de outubro de 2020
    © REUTERS / Fabrizio Bensch
    Chanceler alemã, Angela Merkel, coloca máscara protetora após coletiva de imprensa em Berlim, Alemanha, 28 de outubro de 2020

    EUA alertam para possível ataque de mísseis contra capital da Arábia Saudita

    Nesta quarta-feira (28), a Embaixada dos EUA em Riad alertou para a iminência de ataque de mísseis lançados pelo movimento iemenita houthi contra a capital da Arábia Saudita. Em declaração, a embaixada alertou que "rastreia informações sobre ataques de mísseis e drones em direção a Riad" e que é preciso "tomar as precauções necessárias". A coalisão liderada pela Arábia Saudita informou ter interceptado seis drones armados lançados a partir do Iêmen. Desde 2015, o país do golfo lidera coalisão que combate milícias houthis no seu país vizinho, Iêmen.

    © REUTERS / Khaled Abdullah
    Garoto participa de cerimônia de comemoração do aniversário do profeta Maomé em Sanaa, Iêmen, 28 de outubro de 2020

    'Não é necessário instigar uma corrida armamentista na Europa', adverte embaixador russo

    Nesta quarta-feira (28), o embaixador da Rússia em Washington, Anatoly Antonov, alertou contra uma corrida armamentista de mísseis na Europa. O comentário veio após o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Robert O'Brien, declarar intenção de mobilizar armas hipersônicas e mísseis balísticos norte-americanos no velho continente. "Essas intenções ameaçam desequilibrar a segurança regional e global e aumentar a possibilidade de um confronto", disse Antonov em rede social. O embaixador reiterou proposta feita pelo presidente Vladimir Putin para reduzir as tensões na Europa, em alta desde a saída dos EUA do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário.

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    Tags:
    Europa, mísseis, Tratado INF, Arábia Saudita, F-16, pandemia, COVID-19, Brasil
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