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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais importantes desta terça-feira (22), na qual Bolsonaro inaugura debates na Assembleia Geral da ONU, Correios decidem sobre continuidade da greve e Europa não aprova sanções contra Bielorrússia.

    Bolsonaro abre debate da Assembleia Geral da ONU hoje

    Nesta terça-feira (22), o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, inaugurará os debates na Assembleia Geral da ONU por videoconferência, às 10h00 do horário de Brasília. Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a se pronunciar no evento, seguido pelos EUA, país-sede da organização. Bolsonaro enfrenta questionamento internacional de sua política ambiental, em função de incêndios e queimadas que devastam a Amazônia e o Pantanal. Os presidentes da China, Xi Jinping, da Rússia, Vladimir Putin, e da França, Emmanuel Macron, também devem se pronunciar hoje (22) na primeira Assembleia Geral virtual da história da organização.

    Sala vazia na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, EUA, 21 de setembro de 2020
    © REUTERS / Mike Segar
    Sala vazia na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, EUA, 21 de setembro de 2020

    Funcionários dos Correios se reúnem para definir rumo da greve

    Nesta terça-feira (22), membros da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT) devem se reunir para debater a continuidade da greve da categoria, iniciada no dia 17 de agosto. Na segunda-feira (21), a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Kátia Arruda, aprovou reajuste de 2,6% para os funcionários dos Correios e negou que a greve fosse abusiva, afirmando que "essa é a primeira vez que julgamos uma matéria em que uma empresa retira praticamente todos os direitos dos empregados". No entanto, a ministra impôs multa diária de R$ 100 mil à categoria em caso de não retorno ao trabalho.

    Trabalhadores dos Correios fazem manifestação em frente à sede do órgão, em Brasília, 21 de setembro de 2020
    © Folhapress / Pedro Ladeira
    Trabalhadores dos Correios fazem manifestação em frente à sede do órgão, em Brasília, 21 de setembro de 2020

    Diretor da OMS agradece à Rússia por desenvolver vacina segura e eficaz

    Nesta segunda-feira (21), o diretor regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para Europa, Hans Kluge, agradeceu à Rússia pelo desenvolvimento da vacina contra COVID-19, Sputnik V. "A OMS agradece imensamente os esforços que a Rússia fez para [...] criar uma vacina segura e eficaz", disse Kluge após reunião com o ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko. Os estados brasileiros da Bahia e do Paraná selaram contrato com a Rússia para testar, produzir e distribuir a vacina. Nas últimas 24 horas, o Brasil confirmou 455 novos óbitos por COVID-19, totalizando 137.350 vítimas fatais pelo novo coronavírus.

    Enfermeira manipula vacina russa Sputnik V contra COVID-19 durante testes com voluntários em Moscou, Rússia, 9 de setembro de 2020
    © Sputnik / Vladimir Pesnya
    Enfermeira manipula vacina russa Sputnik V contra COVID-19 durante testes com voluntários em Moscou, Rússia, 9 de setembro de 2020

    Trump apontará novo juiz da Suprema Corte dos EUA neste sábado

    Nesta segunda-feira (21), o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu apontar novo juiz da Suprema Corte dos EUA até sábado (26). "Será uma pessoa brilhante [...] tenho cinco nomes em avaliação agora. Será uma mulher", disse Trump durante comício. A morte inesperada da juíza progressista da Suprema Corte, Ruth Bader Ginsburg, na sexta-feira (18), gerou crise política ante a possibilidade de Trump nomear novo juiz antes das eleições presidenciais de 3 de novembro, ampliando a maioria de juízes conservadores na principal corte do país.

    Presidente norte-americano, Donald Trump durante comício no Aeroporto Toledo Express, Ohio, EUA, 21 de setembro de 2020
    © REUTERS . Tom Brenner
    Presidente norte-americano, Donald Trump durante comício no Aeroporto Toledo Express, Ohio, EUA, 21 de setembro de 2020

    Chipre bloqueia imposição de sanções europeias contra Bielorrússia

    Nesta segunda-feira (21), reunião de ministros das Relações Exteriores da União Europeia não atingiu consenso sobre a imposição de sanções contra a Bielorrússia, apesar de pedidos da líder oposicionista Svetlana Tikhanovskaya. "Apesar de haver clara vontade política para adotar as sanções, não pudemos fazê-lo hoje, uma vez que a unanimidade necessária não foi alcançada", informou o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, durante briefing à imprensa em Bruxelas. Chipre bloqueou a imposição de sanções contra a Bielorrússia, demandando que pacote similar fosse aprovado contra a Turquia simultaneamente.

    Ministro das Relações Exteriores da Itália, Luigi Di Maio conversa com seu homólogo do Chipre, Nikos Christodoulides, durante reunião em Bruxelas, 21 de setembro de 2020
    © REUTERS / Olivier Hoslet
    Ministro das Relações Exteriores da Itália, Luigi Di Maio conversa com seu homólogo do Chipre, Nikos Christodoulides, durante reunião em Bruxelas, 21 de setembro de 2020

    Petroleiro com gasolina iraniana 'confiscada' chega a porto dos EUA

    Nesta segunda-feira (21), segundo petroleiro contendo gasolina iraniana "confiscada" pelos EUA a caminho da Venezuela atracou em porto no estado do Texas, reportou a Reuters. A carga de 640 mil barris de gasolina foi tomada pelos EUA quando seguia do Irã para a Venezuela. Sob sanções norte-americanas, a Venezuela enfrenta escassez e racionamento de gasolina. O presidente dos EUA, Donald Trump, por sua vez, informou que vai impor sanções adicionais contra empresas e pessoas que trabalhem com o Irã no desenvolvimento de programas nucleares, de armas convencionais ou mísseis.

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    Tags:
    Irã, Venezuela, Bielorrússia, Bolsonaro, ONU, pandemia, COVID-19, EUA, Brasil
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