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    Bom dia! A Sputnik Brasil está de olho nas notícias mais relevantes desta quinta-feira (17), marcada pelo pedido de Bolsonaro para não depor presencialmente no STF, pela promessa de Trump de vacina antes das eleições nos EUA e pela declaração de chanceler chinês sobre parceira "sólida como pedra" com Moscou.

    Mortes por COVID-19 cresceram 9 vezes durante gestão interina de Pazuello

    Nesta quarta-feira (17), o Brasil registrou 967 novas mortes e 37.387 novos casos de COVID-19, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, as mortes por COVID-19 aumentaram nove vezes durante a gestão interina do general Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde. Quando tomou posse, em maio, o Brasil contabilizava 14.817 óbitos, hoje são 134.174. Além disso, a assessoria da Câmara dos Deputados informou que o presidente da Casa, Rodrigo Maia, testou positivo para a COVID-19 e está sendo submetido a tratamento médico na residência oficial, em Brasília.

    Pedestres usam máscaras protetoras em mercado de rua no Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2020
    © REUTERS / Ricardo Moraes
    Pedestres usam máscaras protetoras em mercado de rua no Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2020

    Bolsonaro recorre para não depor presencialmente no STF

    Nesta quarta-feira (17), a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou recurso à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, que determinou que o presidente Jair Bolsonaro prestasse depoimento presencial na corte. Na semana passada, Mello negou pedido do presidente para depor por escrito. O depoimento de Bolsonaro no inquérito sobre interferência na Polícia Federal (PF), aberto após denúncia do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, deve ocorrer entre os dias 21 e 23 de setembro. Em caso separado, a PF intimou o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) a depor em inquérito sobre organização de atos contra instituições democráticas.

    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro antes da cerimônia de posse do ministro da saúde, Eduardo Pazuello, no Palácio do Planalto, Brasília, 16 de setembro de 2020
    © REUTERS / Adriano Machado
    Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro antes da cerimônia de posse do ministro da saúde, Eduardo Pazuello, no Palácio do Planalto, Brasília, 16 de setembro de 2020

    Trump promete vacina contra COVID-19 antes das eleições nos EUA

    Nesta quarta-feira (16), o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu iniciar campanha de vacinação contra COVID-19 nos EUA durante o mês de outubro. A promessa contradiz declarações do diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, Robert Redfield, que, durante depoimento ao Senado norte-americano, disse que a vacina estará disponível "no segundo ou terceiro trimestre de 2021". Para o presidente, Redfield "estava confuso" e "cometeu um erro ao dizer isso". "Estamos muito próximos de obter uma vacina", assegurou Trump.

    Presidente dos EUA, Donald Trump mostra gráfico durante briefing de imprensa sobre combate à COVID-19, na Casa Branca, Washington, EUA, 16 de setembro de 2020
    © REUTERS / Leah Millis
    Presidente dos EUA, Donald Trump mostra gráfico durante briefing de imprensa sobre combate à COVID-19, na Casa Branca, Washington, EUA, 16 de setembro de 2020

    Venezuela condena cidadão norte-americano por terrorismo

    Nesta quarta-feira (16), o Supremo Tribunal de Justiça de Caracas condenou o cidadão norte-americano Matthew John Heath e sete venezuelanos à prisão preventiva por crimes de terrorismo e traição. De acordo com a corte, Heath foi capturado na semana passada, supostamente durante missão de espionagem para coletar imagens de infraestrutura, instalações militares e refinarias de petróleo. O procurador-geral venezuelano, Tarek William Saab, declarou que Heath trabalhara para a empresa privada de segurança norte-americana MVM em operações no Iraque, entre os anos de 2006 e 2016.

    Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro durante anúncio transmitido em rede nacional, Caracas, 13 de setembro de 2020
    © AFP 2020 / Marcelo Garcia
    Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro durante anúncio transmitido em rede nacional, Caracas, 13 de setembro de 2020

    Economia da Nova Zelândia entra em recessão e primeira-ministra fala em 'sucesso'

    Nesta quinta-feira (17), a economia neozelandesa entrou oficialmente em recessão, após retração recorde de 12,2% entre abril e junho ser confirmada pelo departamento de estatísticas do país. A primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, negou que a quarentena rígida imposta para conter a COVID-19 tivesse piorado os indicadores. "Para mim, sucesso é salvar vidas e salvar as empresas das pessoas", rebateu. Considerado um dos países mais bem-sucedidos na batalha contra a COVID-19 do mundo, a Nova Zelândia registrou somente 25 mortes pela doença em uma população de cinco milhões de pessoas.

    Contêineres no porto neozelandês de Christchurch, 17 de setembro de 2020
    © AP Photo / Mark Baker
    Contêineres no porto neozelandês de Christchurch, 17 de setembro de 2020

    Chanceler chinês diz que parceria com Moscou está 'sólida como pedra'

    Nesta quinta-feira (17), o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou que a cooperação estratégica entre Moscou e Pequim está "sólida como pedra" e não deve ser afetada por interferências externas. "Em um ambiente internacional frágil e em constante mudança, relações firmes entre Rússia e China são cada vez mais importantes para manter paz e segurança regionais e internacionais", declarou Wang em entrevista à Xinhua. Na semana passada, Wang se reuniu com seu homólogo russo, Sergei Lavrov, em Moscou, às margens de reunião da Organização para Cooperação de Xangai.

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    Tags:
    Venezuela, Nova Zelândia, Rússia, China, Polícia Federal, STF, Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Jair Bolsonaro, pandemia, COVID-19, Brasil
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