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    Bom dia! A Sputnik Brasil está de olho nas notícias mais relevantes desta sexta-feira (7), na qual Bolsonaro aconselha brasileiros a "tocar a vida" apesar das quase 100 mil mortes por COVID-19, bolsas asiáticas despencam após medidas contra o TikTok e o secretário de Estado dos EUA pede a libertação de presos do Talibã.

    Brasil se aproxima das 100 mil mortes e presidente aconselha: 'Vamos tocar a vida'

    Nesta quinta-feira (7), o Brasil registrou mais 1.226 mortes pelo novo coronavírus em somente 24 horas, ultrapassando 98 mil óbitos. A situação se agrava em sete estados da federação, com destaque para a Região Sul, Minas Gerais e Rio Grande do Norte. Apesar de o país se aproximar dos três milhões de casos e 100 mil mortes por COVID-19, o presidente Jair Bolsonaro aconselhou a população a "tocar a vida", durante transmissão ao vivo ao lado do ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello.

    Bolsas asiáticas despencam após Trump decretar banimento de apps chineses nos EUA

    Nesta quinta-feira (7), o presidente dos EUA, Donald Trump, publicou ordem banindo transações financeiras norte-americanas com as empresas chinesas ByteDance e Tencent, operadoras dos aplicativos TikTok e WeChat, respectivamente. O decreto executivo deve entrar em vigor em 45 dias. A medida foi tomada no âmbito do programa lançado pelo Departamento de Estado dos EUA, chamado Clean Network (Rede Limpa), que visa retirar aplicativos chineses da Internet norte-americana. As bolsas de valores asiáticas operam em baixa nesta sexta-feira (7), com as ações da Tencent – segunda maior empresa asiática em capitalização de mercado – recuando em até 10,1%.

    Presidente dos EUA, Donald Trump usa máscara protetora durante visita a uma fábrica em Clyde, no estado norte-americano de Ohio, 6 de agosto de 2020
    © REUTERS / Joshua Roberts
    Presidente dos EUA, Donald Trump usa máscara protetora durante visita a uma fábrica em Clyde, no estado norte-americano de Ohio, 6 de agosto de 2020

    Após explosão, protestos no Líbano são reprimidos com bombas de gás lacrimogênio

    Nesta quinta-feira (6), forças de segurança libanesas utilizaram gás lacrimogênio contra manifestantes que protestavam contra a resposta do governo à trágica explosão que abalou a capital do país, Beirute, em 4 de agosto. De acordo com a agência estatal de notícias NNA, os manifestantes teriam vandalizado propriedade privada e ferido agentes de segurança. Movimentos sociais libaneses organizam uma manifestação de maior porte, a ser realizada neste sábado (8), para protestar contra a crise econômica e corrupção de agentes públicos.

    Mulheres participam de manifestação contra a resposta do governo libanês à tragédia de 4 de agosto, em frente ao consulado libanês em Nova York, EUA, 6 de agosto de 2020
    © AFP 2020 / Eduardo Muno
    Mulheres participam de manifestação contra a resposta do governo libanês à tragédia de 4 de agosto, em frente ao consulado libanês em Nova York, EUA, 6 de agosto de 2020

    Secretário de Estado dos EUA pede que Afeganistão liberte presos do Talibã

    Nesta sexta-feira (7), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, pediu que lideranças afegãs libertassem prisioneiros do Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e demais países). "Nós sabemos que a libertação destes prisioneiros é uma medida impopular", disse o secretário em declaração, mas a medida seria essencial para "a redução da violência e estabelecimento de negociações diretas" entre a organização terrorista e o governo afegão. O Talibã demanda a libertação de pelo menos 400 prisioneiros, 150 dos quais foram condenados à pena de morte, como condição para iniciar negociações de paz com o governo de Cabul.

    Forças de segurança afegãs na capital Cabul, Afeganistão, 7 de agosto de 2020
    © REUTERS / Omar Sobhani
    Forças de segurança afegãs na capital Cabul, Afeganistão, 7 de agosto de 2020

    Rússia e China vão iniciar trabalhos para construção de base lunar conjunta

    Rússia e China devem iniciar trabalhos para definir conceito e objetivos de projeto para construir uma base lunar conjunta, declarou o diretor-geral da Corporação Estatal de Atividades Espaciais Roscosmos, Dmitry Rogozin, à Sputnik, adicionando que a Rússia vai debater com a Administração Nacional Espacial da China "qual tipo de construção queremos na Lua, quais equipamentos científicos serão instalados", definir os objetivos e cronograma da empreitada. Rogozin não excluiu a possibilidade de, futuramente, outros países aderirem ao projeto.

    Diretor-geral da Roscosmos, Dmitry Rogozin (à esquerda), durante coletiva de imprensa em Moscou, 31 de julho de 2020
    © Sputnik / Aeksei Kudenko
    Diretor-geral da Roscosmos, Dmitry Rogozin (à esquerda), durante coletiva de imprensa em Moscou, 31 de julho de 2020

    Enchentes na Coreia do Norte ameaçam segurança alimentar do país, diz mídia local

    Nesta sexta-feira (6), o líder norte-coreano, Kim Jong-un, visitou região devastada por enchentes, causadas por mais de 40 dias de chuvas intensas no país asiático. "A prioridade é providenciar abrigo, produtos básicos e medicamentos [...] para as famílias afetadas pelas enchentes", disse o líder, conforme reportou a KCNA. O Exército foi mobilizado para auxiliar na reconstrução de casas e infraestrutura danificadas. Estudo publicado pela KCNA aponta que o país poderá perder parte significativa da safra de arroz em função do desastre natural, arriscando a segurança alimentar norte-coreana.

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    Tags:
    Líbano, Roscosmos, China, Rússia, pandemia, Brasil, EUA
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