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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta quinta-feira (30), marcada pelas 667 mil vidas perdidas por COVID-19 no mundo, pela reabertura das fronteiras aéreas brasileiras e pela retirada de tropas americanas da Alemanha.

    Brasil ultrapassa 90 mil óbitos por COVID-19

    O país registra 90.188 mortes e 2.555.518 infectados pelo novo coronavírus, segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de saúde. Nas últimas 24 horas foram registradas 70.869 novos casos e 1.554 óbitos, tendo o alto número de mortes sido consequência da soma dos dados de SP relativos à terça-feira (28) por não terem sido divulgados anteriormente. A nível mundial, mais de 17 milhões de pessoas já foram infectadas com o coronavírus, enquanto 667 mil morreram, indicam dados da Universidade Johns Hopkins. Leia mais sobre o assunto

    Pessoas durante o início da reabertura gradual das atividades comerciais no centro da Cidade do México, durante a pandemia do novo coronavírus, México, 29 de julho de 2020
    © REUTERS / Edgard Garrido
    Pessoas durante o início da reabertura gradual das atividades comerciais no centro da Cidade do México, durante a pandemia do novo coronavírus, México, 29 de julho de 2020

    Governo reabre fronteiras aéreas para turistas

    O governo federal decidiu reabrir por 30 dias as fronteiras aéreas do Brasil para passageiros estrangeiros. A restrição tinha sido definida em março e vinha sendo renovada mensalmente como estratégia de combate ao novo coronavírus. A portaria, divulgada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (29), ainda restringe a entrada em aeroportos de cinco estados até o fim de agosto: Mato Grosso do Sul, Rondônia, Rio Grande do Sul, Tocantins e Paraíba. A portaria anterior, de junho, previa a entrada para estrangeiros (para estadia de curta duração ou fins específicos) por via aérea apenas pelos aeroportos do Galeão (RJ), de Brasília (DF), de Guarulhos e Viracopos (ambos em SP).

    Passageiros de voos internacionais chegam ao aeroporto de Heathrow, durante a pandemia do novo coronavírus, Londres, Reino Unido, 29 de julho de 2020
    © REUTERS / Toby Melville
    Passageiros de voos internacionais chegam ao aeroporto de Heathrow, durante a pandemia do novo coronavírus, Londres, Reino Unido, 29 de julho de 2020

    Lobo-guará na nota de R$ 200

    O Banco Central (BC) anunciou ontem (29) o lançamento da nova cédula de R$ 200, que terá como personagem o lobo-guará e deverá entrar em circulação no final de agosto. A espécie ficou em terceiro lugar em uma pesquisa realizada pelo BC sobre os animais em extinção que deveriam ser representados em novas cédulas. Esta é a primeira vez em 18 anos que o real ganha uma nota de novo valor. Entre os motivos para a medida está o maior volume de saques para formação de reservas por empresas e pessoas físicas e o fato de haver mais brasileiros guardando dinheiro em casa por causa da crise provocada pela pandemia. Leia mais sobre a cédula

    Cédulas de real
    Notas de real

    Trump critica Alemanha após anunciar saída de tropas

    O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu sua decisão de retirar quase 12.000 soldados da Alemanha, justificando com as importações alemãs de gás da Rússia. "A Alemanha paga à Rússia bilhões de dólares por ano em energia, e devemos proteger a Alemanha da Rússia. O que é isso tudo?", tuitou Trump nesta quinta-feira (30), logo depois que o secretário de Defesa norte-americano, Mark Esper, declarou que os EUA retirariam cerca de 11.900 soldados americanos da Alemanha, em vez do plano inicial de retirar 9.500 militares. Trump também citou a longa disputa sobre as contribuições para a OTAN, acusando a Alemanha de não desembolsar sua parcela justa dos custos da aliança militar.

    Presidente dos EUA, Donald Trump, no gramado sul da Casa Branca em Washington, EUA, 29 de julho de 2020
    © REUTERS / Leah Millis
    Presidente dos EUA, Donald Trump, no gramado sul da Casa Branca em Washington, EUA, 29 de julho de 2020

    Protestos em Portland continuam em meio à retirada de agentes federais

    Manifestantes se reúnem em Portland nesta quinta-feira (30) para uma nova rodada de protestos contra a presença e ações de agentes federais usando a força contra ativistas. Previamente, a governadora do Oregon, Kate Brown, disse que o governo Trump concordou em iniciar imediatamente uma retirada gradual dos policiais federais enviados a Portland para impedir que os manifestantes danifiquem edifícios federais. O aumento da violência segue semanas de protestos contra a brutalidade policial e o racismo. No entanto, muitos dos protestos se transformaram em tumultos, com violência contra policiais e civis, além de atos generalizados de vandalismo, incêndio criminoso e saques.

    Manifestantes contra a desigualdade racial e a violência policial em Portland, Oregon, EUA, 29 de julho de 2020
    © REUTERS / Caitlin Ochs
    Manifestantes contra a desigualdade racial e a violência policial em Portland, Oregon, EUA, 29 de julho de 2020

    Gigantes da tecnologia dos EUA são acusados de 'censura de vozes conservadoras'

    Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Tim Cook (Apple) e Sundar Pichai (Google) participaram virtualmente de uma audiência no Subcomitê Antitruste da Câmara dos Representantes dos EUA na quarta-feira (29). Durante a audiência de cinco horas e meia do Comitê Judiciário, o legislador republicano Jim Jordan acusou as empresas de remoção de conteúdo republicano, argumentando que há uma censura sistêmica e ativa de vozes conservadoras, sobretudo em um ano eleitoral. "Vou direto ao ponto: a Big Tech está perseguindo os conservadores", disse Jordan.

    CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fala por videoconferência durante audiência do Subcomitê Antitruste dos EUA, em Capitol Hill, Washington, EUA, em 29 de julho de 2020
    © REUTERS / Graeme Jennings/Pool
    CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, fala por videoconferência durante audiência do Subcomitê Antitruste dos EUA, em Capitol Hill, Washington, EUA, em 29 de julho de 2020

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    Tags:
    Amazon, violência, protestos, tropas estrangeiras, dinheiro, nota, turistas, fronteiras, Portland, Apple, Google, Facebook, Mark Zuckenberg, Alemanha, Donald Trump, pandemia, COVID-19, novo coronavírus, Brasil
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