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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta quarta-feira (8), na qual repercutem o diagnóstico de COVID-19 de Jair e o depoimento de Flávio Bolsonaro sobre "rachadinhas", EUA mantêm "posição firme" contra o TikTok e Alemanha reitera apoio à OMS.

    Bolsonaro deve repetir teste para COVID-19 na semana que vem

    O presidente Jair Bolsonaro deve realizar novo teste para COVID-19 na próxima segunda-feira (13), informou a equipe médica da Presidência. Caso volte a testar positivo, Bolsonaro terá que permanecer isolado no Palácio da Alvorada. A Associação Brasileira de Imprensa anunciou que vai entrar com notícia-crime no Supremo Tribunal Federal contra o presidente, por ele ter retirado a máscara durante entrevista presencial com jornalistas, expondo-os a risco de infecção pelo novo coronavírus. De acordo com as secretarias estaduais de saúde, o Brasil registra 1.674.655 de casos de COVID-19 e 66.868 vítimas fatais.

    Flávio Bolsonaro depõe em caso das 'rachadinhas' no MP do Rio de Janeiro

    Nesta terça-feira (7), Flávio Bolsonaro prestou depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) sobre suspeitas de "rachadinhas" em seu gabinete na Assembleia Legislativa do estado. Detalhes do depoimento não foram divulgados, uma vez que o caso corre em segredo de justiça. O filho do presidente é apontado como chefe de organização criminosa que teria movimentado R$ 2,3 milhões em seu gabinete, argumenta o MP-RJ. O dinheiro, oriundo da prática de "rachadinha", teria sido lavado com aplicação em loja de chocolates no Rio, da qual o atual senador é sócio.

    Cristo Redentor visto da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, 7 de julho de 2020
    © AFP 2020 / Mauro Pimentel
    Cristo Redentor visto da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, 7 de julho de 2020

    Vice-presidente dos EUA assegura 'posição firme' contra o TikTok

    Nesta terça-feira (7), o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse que Washington deve manter "posição firme" contra empresas chinesas que, segundo ele, ameaçam a segurança nacional dos EUA. "Seja a Huawei ou talvez até o TikTok, essas empresas representam uma ameaça a privacidade e segurança do país, e nós vamos continuar adotando uma posição firme", disse Pence ao canal Fox News. No mesmo dia, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, anunciou a imposição de restrições de vistos aos funcionários chineses que estariam restringindo o acesso de estrangeiros à região autônoma do Tibete.

    Grupo de amigas usam máscaras protetoras em parque na cidade texana de Houston, EUA, 7 de julho de 2020
    © REUTERS / Adrees Latif
    Grupo de amigas usam máscaras protetoras em parque na cidade texana de Houston, EUA, 7 de julho de 2020

    Alemanha expressa apoio à OMS e preocupação com saída dos EUA

    O chefe adjunto da Embaixada da Alemanha em Washington, Rickef Beutin, reiterou o apoio de Berlim à Organização Mundial da Saúde (OMS). "A chanceler alemã, o governo alemão e, francamente, a sociedade alemã apoiam a OMS", declarou Beutin, após os EUA oficializarem sua retirada da organização. "Críticas são bem-vindas, mas não acreditamos que seja uma boa ideia debilitar a organização no auge da pandemia", disse, acrescentando que a Alemanha transferiu 500 milhões de euros para a organização somente neste ano.

    Hong Kong passa a ter Escritório de Proteção da Segurança Nacional do governo central chinês

    Nesta quarta-feira (8), foi inaugurado em Hong Kong o novo Escritório de Proteção da Segurança Nacional, coordenado pelas autoridades de Pequim, a fim de implementar a lei de segurança nacional aprovada para a região autônoma. O escritório irá monitorar atividades separatistas, subversivas e terroristas, informou a RTHK. A chefe do executivo de Hong Kong, Carrie Lam, participou da cerimônia de abertura, na qual o diretor do novo escritório, Zheng Yanxiong, prometeu exercer sua função sem violar os direitos individuais dos cidadãos de Hong Kong.

    Funcionário coloca emblema nacional da China em novo Escritório de Proteção da Segurança Nacional, em Hong Kong, 8 de julho de 2020
    © REUTERS / Tyrone Siu
    Funcionário coloca emblema nacional da China em novo Escritório de Proteção da Segurança Nacional, em Hong Kong, 8 de julho de 2020

    Pequim desafia os EUA a reduzirem seus arsenais nucleares aos níveis chineses

    Nesta quarta-feira (8), o diretor-geral do Departamento de Controle de Armas do Ministério das Relações Exteriores da China, Fu Cong, disse que ficaria "feliz em participar" de negociações com EUA e Rússia para controle de armas, caso Washington reduza seus arsenais nucleares aos níveis chineses. De acordo com o SIPRI, Pequim tem um arsenal nuclear estimado em 290 ogivas, comparado com 6.185 ogivas de Washington e 6.500 de Moscou. Apesar de reiteradas solicitações dos EUA para que Pequim participe dos acordos sobre controle de armas estratégicas, Fu Cong reiterou que a China não tem interesse em envolver-se no processo. Leia mais sobre o assunto

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    Tags:
    China, Hong Kong, Alemanha, corrupção, Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro, pandemia, COVID-19, EUA
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