20:25 25 Outubro 2020
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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta sexta-feira (12), na qual o Brasil registra mais de 100 mil casos de COVID-19 em menos de uma semana, Bagdá e Washington confirmam acordo para retirada de tropas e Coreia do Norte declara não ter esperanças de um acordo com os EUA sobre programa nuclear.

    Brasil quadruplica óbitos por COVID-19 em 33 dias

    De acordo com dados compilados pelo consórcio de veículos de imprensa e secretarias de saúde, o Brasil contabiliza 805.649 casos de COVID-19 e 41.058 vítimas fatais. Em 33 dias, o número de mortos saltou de 10 mil para 40 mil pessoas, informou o portal UOL. O número de casos também aumenta vertiginosamente, com 100 mil novos diagnósticos em somente 3 dias. Com 285 mil casos, a região Nordeste ultrapassou a Sudeste e é a nova líder em número de infectados no país.

    Bolsonaro ameaça vetar extensão de auxílio se Congresso mantiver valor em R$ 600

    Nesta quinta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro disse que pretende vetar a extensão do auxílio emergencial, caso o Congresso mantenha o valor atual de R$ 600. "Qual vai ser a minha decisão, para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto", disse Bolsonaro. O governo propõe a extensão do auxílio com parcelas de R$ 300. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu o pagamento do valor integral e alertou que, caso o governo queira modificar o montante do auxílio, deve enviar novo projeto de lei para o Congresso.

    Funcionário do Ministério da Educação leva almoço para crianças necessitadas na cidade de Megalco, no Pará, 11 de junho de 2020
    © AFP 2020 / Tarso Sarraf
    Funcionário do Ministério da Educação leva almoço para crianças necessitadas na cidade de Megalco, no Pará, 11 de junho de 2020

    Trump autoriza sanções contra membros do Tribunal Penal Internacional

    O presidente dos EUA, Donald Trump, autorizou a imposição de sanções contra membros do Tribunal Penal Internacional (TPI), ligados a investigações contra crimes cometidos por militares dos EUA no Afeganistão. O TPI foi criado em 2002 para julgar crimes contra a Humanidade e já condenou 43 líderes, como o líbio Muammar Kadhafi e o ex-presidente da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo. A decisão de Trump foi tomada meses após a corte aceitar uma denúncia contra militares dos EUA operando no Afeganistão e após o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, declarar estar "seriamente preocupado" com a possibilidade de investigações sobre crimes cometidos por Israel na Palestina. Leia mais sobre a decisão

    Presidente dos EUA, Donald Trump, se protege da chuva na Casa Branca, em Washington, 11 de junho de 2020
    © AP Photo / Andrew Harnik
    Presidente dos EUA, Donald Trump, se protege da chuva na Casa Branca, em Washington, 11 de junho de 2020

    Washington e Bagdá confirmam acordo para retirada de tropas dos EUA do Iraque

    Nesta sexta-feira (12), os governos dos EUA e do Iraque emitiram uma declaração conjunta, confirmando o acordo bilateral para a retirada de tropas dos EUA do Iraque. "Os EUA irão continuar reduzindo suas forças no Iraque e irão debater com o governo do Iraque o status das forças que permanecerem", diz o informe, que reitera que "os EUA não têm intenção nem solicitaram a criação de bases permanentes ou uma presença militar permanente no Iraque". A agência de notícias local INA informou que os EUA reconheceram a decisão do parlamento iraquiano, publicada em janeiro, de solicitar a retirada de todas as forças estrangeiras do país.

    Iraquiano caminha entre ruínas da cidade de Mosul, no Iraque, 31 de maio de 2020
    © REUTERS / Abdullah Rashid
    Iraquiano caminha entre ruínas da cidade de Mosul, no Iraque, 31 de maio de 2020

    Hong Kong rejeita relatório do Reino Unido sobre nova lei de segurança nacional

    Nesta sexta-feira (12), o governo de Hong Kong respondeu à publicação do relatório do ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Dominic Raab, sobre a nova lei de segurança nacional aplicada na cidade, classificando-o de "impreciso e tendencioso". Para o ministro britânico, a lei coloca os cidadãos da cidade em risco e representa uma violação das obrigações internacionais da China. "Quaisquer alegações de que a lei irá prejudicar as liberdades dos habitantes de Hong Kong e o regime de 'um país, dois sistemas', não passam de especulações alarmistas e simplesmente falaciosas", disse o governo de Hong Kong em declaração.

    Manifestantes fazem ato com bandeira do Reino Unido em centro comercial de Hong Kong, China, 12 de julho de 2020
    © AFP 2020 / Anthony Wallace
    Manifestantes fazem ato com bandeira do Reino Unido em centro comercial de Hong Kong, China, 12 de julho de 2020

    Dois anos após reunião em Singapura, Coreia do Norte declara ter perdido esperança em acordo

    Nesta sexta-feira (12), o ministro norte-coreano das Relações Exteriores, Ri Son Gwon, lamentou que as esperanças de um acordo entre Pyongyang e Washington "se tenham transformado em um pesadelo soturno", informou a KCNA. As declarações foram feitas para marcar os dois anos do encontro entre Kim Jong-un e Donald Trump em Singapura. Na ocasião, os líderes se comprometeram a negociar o fim do programa nuclear norte-coreano, em troca da retirada parcial das sanções econômicas impostas a Pyongyang. "Não há nada mais hipócrita do que uma promessa vazia. Nunca mais ofereceremos um pacote [de medidas] a um chefe do Executivo norte-americano sem receber nada em troca", declarou o ministro.

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    Tags:
    Iraque, Jair Bolsonaro, Hong Kong, Coreia do Norte, Tribunal de Haia, sanções, COVID-19, EUA
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