- Sputnik Brasil
Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de junho

© AP Photo / Gerald HerbertManifestante encara policial durante protesto na cidade norte-americana de Nova Orleans, 3 de junho de 2020
Manifestante encara policial durante protesto na cidade norte-americana de Nova Orleans, 3 de junho de 2020 - Sputnik Brasil
Nos siga no
Bom dia! A Sputnik Brasil está de olho nas notícias mais relevantes desta quinta-feira (4), na qual o Rio Grande do Norte deve retornar à quarentena, mais três policiais dos EUA são indiciados no caso George Floyd e Coreia do Norte acusa os EUA de "soltarem os cachorros" contra os manifestantes.

Sistema de saúde da região metropolitana de Natal entra em colapso

Nesta quinta-feira (4), o governo do estado do Rio Grande do Norte deve anunciar a reimposição de medidas de isolamento social, após o sistema de saúde da capital do estado ter entrado em colapso nesta quarta-feira (3). Não há vagas de UTI ou nas unidades de pronto atendimento nem na capital Natal, nem na cidade de Mossoró, o segundo maior município do estado. O Brasil registrou novo recorde de mortes por COVID-19, com 1.349 óbitos em 24 horas, informou o Ministério da Saúde. Ao todo, o país tem 584.016 casos de COVID-19 e 32.548 vítimas fatais.

© AP Photo / Andre PennerFuncionários dos Médicos Sem Fronteiras realizam testes para a COVID-19 em São Bernardo do Campo (SP), 3 de junho de 2020
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de junho - Sputnik Brasil
Funcionários dos Médicos Sem Fronteiras realizam testes para a COVID-19 em São Bernardo do Campo (SP), 3 de junho de 2020

Weintraub deve depor sobre declarações de racismo contra a China

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, deve prestar depoimento à Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (4), por suposto crime de racismo. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, negou recurso do ministro, por entender que, mesmo ocupando o cargo de ministro de Estado, Weintraub deve comparecer ao depoimento em data e local estipulados pela PF. O ministro é acusado de postar declarações racistas contra a China, alegando que o país tinha a intenção de se beneficiar da pandemia do novo coronavírus.

Mais 3 policiais indiciados nos EUA no caso George Floyd

Nesta quarta-feira (3), o estado norte-americano de Minnesota indiciou mais três policiais envolvidos no assassinato de George Floyd, ocorrido no dia 25 de maio. Os policiais Thomas Lane, Alexander Kueng, e Tou Thao foram acusados de prestar assistência e cumplicidade com o homicídio culposo, alegadamente cometido por Derek Chauvin, que ajoelhou no pescoço da vítima por quase nove minutos, informou o New York Times. As medidas tomadas contra os policiais eram uma das demandas dos manifestantes, que seguem nas ruas dos EUA, apesar dos toques de recolher impostos nas principais cidades.

© AFP 2023 / Eric Baradat Manifestantes durante passeata em memória de George Floyd, perto da Casa Branca, em Washington, 3 de junho de 2020
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de junho - Sputnik Brasil
Manifestantes durante passeata em memória de George Floyd, perto da Casa Branca, em Washington, 3 de junho de 2020

Secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, segue no cargo, diz Casa Branca

De acordo com a porta-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany, o secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, ainda está no comando da pasta: "Neste momento, o secretário Esper ainda é o secretário Esper, e caso o presidente perca a confiança [nele], saberemos no futuro". Nesta quarta-feira (3), Esper criticou a intenção do presidente Donald Trump de invocar o Ato de Insurreição, que permitiria o uso das Forças Armadas para conter a onda de protestos. O ex-secretário de Defesa, Jim Mattis, alertou que a militarização da resposta às manifestações civis irá "gerar um falso conflito entre as Forças Armadas e a sociedade civil".

© TOM BRENNERManifestantes refletidos nos óculos de agente de segurança, próximo à Casa Branca, em Washington, EUA, 3 de junho de 2020
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de junho - Sputnik Brasil
Manifestantes refletidos nos óculos de agente de segurança, próximo à Casa Branca, em Washington, EUA, 3 de junho de 2020

Coreia do Norte diz que EUA não têm moral para criticar China

Nesta quinta-feira (4), o porta-voz do Departamento de Relações Exteriores do partido governante da Coreia do Norte publicou um artigo no qual defende que os EUA não estão em posição de criticar a China, uma vez que "soltaram os cachorros" para reprimir os protestos no país. O artigo, o primeiro publicado pelo departamento do partido desde a posse de Kim Jong-un, faz críticas severas ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, acusando-o de envolvimento em "espionagem e conspiração" contra diversos países, e de ser "tão ignorante que não sabe onde o Sol nasce, e onde o Sol se põe".

  • Nesta quinta-feira (4), a irmã e chefe de gabinete de Kim Jong-un, Kim Yo Jong, criticou a Coreia do Sul por não impedir a distribuição de folhetos anti-Coreia do Norte na fronteira entre os dois países: "Se esses atos mal-intencionados, cometidos debaixo do nosso nariz" não forem interrompidos "as autoridades sul-coreanas irão encarar sérias consequências". O ministro para Assuntos Intercoreanos de Seul, Yoh Sang-key, assentiu que a distribuição de folhetos são uma ameaça ao meio ambiente, à propriedade privada e às relações entre o Norte e o Sul e garantiu que o "governo já tomou medidas para impedir estas ações por diversas vezes".
© AP Photo / Lee Jin-manChefe de gabinete da Coreia do Norte, Kim Yo Jong, em imagem na televisão sul-coreana, Seul, 4 de junho de 2020
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de junho - Sputnik Brasil
Chefe de gabinete da Coreia do Norte, Kim Yo Jong, em imagem na televisão sul-coreana, Seul, 4 de junho de 2020

Governo dos EUA irá subsidiar farmacêuticas para produzir vacina contra COVID-19

Nesta quarta-feira (3), o governo dos EUA selecionou cinco empresas farmacêuticas, a Moderna Inc, AstraZeneca Plc, Pfizer Inc, Johnson & Johnson e Merck & Co Inc, para  desenvolverem uma vacina contra o novo coronavírus, trabalho que será financiado diretamente pelo governo, reportou a Reuters. Nesta quinta-feira (4), o Reino Unido convocou uma reunião da Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (Gavi, na sigla em inglês), que reunirá por videoconferência representantes de mais de 50 países, incluindo 35 chefes de Estado, em esforço conjunto para desenvolver uma vacina contra a COVID-19.

Feed de notícias
0
Para participar da discussão
inicie sessão ou cadastre-se
loader
Bate-papos
Заголовок открываемого материала