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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta quinta-feira (16), marcada pelo fim da exigência de regularização do CPF para receber o auxílio de R$ 600, pelo anúncio nos EUA do pior boletim diário de COVID-19 e pelo registro de novos casos em Pequim pela primeira vez em três semanas.

    Coronavírus no Brasil

    As secretarias estaduais de saúde confirmaram 28.912 casos de COVID-19 no Brasil e 1.760 mortos. Fortaleza é a capital com maior número de casos por habitante, ultrapassando Manaus e São Paulo. Projeção do Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (Nois) indica que os números de casos no Brasil podem aumentar em 50% nos próximos dez dias, alcançando 40 mil. No planalto, o presidente Bolsonaro e o ministro da Saúde Mandetta devem se reunir hoje, após o ministro dar entrevista em clima de despedida ao site da Veja: "Chega, né?", disse ele.

    Policial usa máscara durante carreata contra medida de isolamento, no Rio de Janeiro, 15 de abril de 2020
    © REUTERS / Ricardo Moraes
    Policial usa máscara durante carreata contra medida de auto-isolamento, no Rio de Janeiro, 15 de abril de 2020

    Justiça retira exigência de regularizar o CPF para receber a ajuda de R$ 600

    Está suspensa a exigência de regularização do CPF, que estava causando filas e atrasos no pagamento do auxílio emergencial de R$ 600. A decisão é do juiz federal Ilan Presser, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1). Para o juiz, a exigência causava aglomerações nas agências da Caixa Econômica Federal, o que vai contra as orientações das autoridades de saúde, no contexto da pandemia de COVID-19. Veja aqui calendário de pagamento do auxílio emergencial.

    EUA contabilizam 2.569 mortes em 24 horas, o maior número já registrado

    Os EUA divulgaram nesta quarta-feira (15) o pior boletim diário de COVID-19 da história, com o registro de 2.569 mortes em 24 horas. A potência americana é de longe o país mais afetado pela COVID-19 no mundo, com 639.664 casos e 30.985 mortes, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA). No entanto, os protestos contra as medidas de auto-isolamento são cada vez mais frequentes, com destaque para o estado de Michigan, onde 2.000 veículos se reuniram em carreata contra a quarentena imposta pela governadora do estado, Gretchen Whitmer. O presidente Donald Trump prometeu reabrir a economia do país, dizendo que o país "passou o pico" da epidemia.

    Homem participa de protesto contra as medidas de isolamento social, em Lansing, Michigan (EUA), 15 de abril de 2020
    © REUTERS / Seth Herald
    Homem participa de protesto contra as medidas de isolamento social, em Lansing, Michigan (EUA), 15 de abril de 2020

    Pequim tem aumento de casos pela 1ª vez em 3 semanas

    Nesta quinta-feira (16), a China reportou um aumento nas infecções comunitárias na capital, Pequim, pela primeira vez desde o dia 23 de março. A capital chinesa registrou 12 novos casos comunitários contra 10 confirmados ontem, informou a Comissão Nacional de Saúde da China. Os casos importados seguem em queda, após a China ter adotado medidas rigorosas de controle dos recém-chegados. No total, o país registrou 46 novos casos de COVID-19, alcançando 82.341 casos e 3.346 vítimas fatais.

    Policiais usando máscaras protetoras na capital chinesa, Pequim, 15 de abril de 2020
    © REUTERS / Tingshu Wang
    Policiais usam máscaras protetoras na capital chinesa, Pequim, 15 de abril de 2020

    Presidente de Israel pede para deputados chegarem a acordo sobre governo

    Nesta quinta-feira (16), o presidente de Israel, Reuven Fivlin, solicitou que membros do parlamento negociem a formação de um governo. As negociações entre o primeiro-ministro interino, Benjamin Netanyahu, e seu opositor Benny Gantz para formar um governo de unidade fracassaram novamente. Rivlin insistiu que os parlamentares cheguem a um acordo para retirar o país do impasse político e evitar que Israel realize a quarta eleição parlamentar em menos de um ano. Além da epidemia de COVID-19, que já registrou 12.591 casos e 140 vítimas no país, Israel enfrenta uma crise política sem precedentes na história do país.

    Funcionários de funerária israelense preparam corpo do rabino Eliahu Bakshi-Doron, vítima da COVID-19, para sepultamento, em Jerusalém, 13 de abril de 2020
    © AFP 2020 / AHMAD GHARABLI
    Funcionários de funerária israelense preparam corpo do rabino Eliahu Bakshi-Doron, vítima da COVID-19, para sepultamento, em Jerusalém, 13 de abril de 2020

    Quase 700 casos de COVID-19 confirmados em porta-aviões francês

    O porta-voz da Marinha francesa, Eric Levault, informou que foram confirmados 668 casos de COVID-19 entre os militares do porta-avião francês Charles de Gaulle. "Temos 20 marinheiros hospitalizados e um deles está em reanimação cardíaca" em função da COVID-19, informou a rádio francesa RMC. O Ministério da Defesa da França divulgou que 1.767 marinheiros foram testados e que toda a tripulação do porta-aviões e da fragata Chevalier Paul foi colocada em quarentena. O Charles de Gaulle estava em missão desde o dia 21 de janeiro, quando foi enviado para apoiar as missões francesas no Iraque e na Síria, e posteriormente para o Atlântico e o Báltico, informou o ministério francês.

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    Tags:
    Caixa Econômica Federal, Brasil, China, EUA, França, Israel, COVID-19, pandemia
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