05:41 26 Outubro 2020
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    Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta segunda-feira (13), marcada por celebração atípica da Páscoa, por confrontos entre os exércitos do Paquistão e da Índia na Caxemira e pelo acordo entre a OPEP e aliados para estabilizar os preços do petróleo.

    Coronavírus no Brasil

    De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde neste domingo (12), o Brasil tem 22.169 casos de COVID-19 e 1.223 vítimas fatais. O total de mortes mais do que dobrou desde a semana passada e a taxa de letalidade atingiu 5,5%. As regiões mais atingidas pela COVID-19 são o Sudeste, com 57,7% dos casos, e o Nordeste, com 19,2%. No entanto, a situação da capital amazonense, Manaus, é particularmente preocupante, dada a velocidade de propagação do vírus, informou o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

    Páscoa em meio à pandemia

    O Papa Francisco celebrou a missa de Páscoa com a tradicional bênção na Basílica de São Pedro, no Vaticano, sem a presença de fiéis. O papa pediu atenção àqueles que vivem nas periferias, aos refugiados e desabrigados. O Papa Francisco também defendeu a redução das sanções internacionais e a diminuição ou anulação da "dívida que pesa sobre os orçamentos dos países mais pobres". No Brasil, a Basílica de Aparecida ficou vazia durante a Páscoa pela primeira vez na história. No Rio de Janeiro, o Cristo Redentor "vestiu" jaleco para homenagear os profissionais de saúde e a missa Consagração do Brasil foi celebrada no local pela primeira vez desde a inauguração do monumento, em 1931.

    Premiê britânico Boris Johnson sai do hospital e diz que médicos salvaram a sua vida

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, saiu do hospital neste domingo (13), após passar vários dias internado em função do novo coronavírus. Em pronunciamento, Johnson disse que "o NHS [sistema de saúde público britânico] salvou a minha vida". O premiê deve continuar seu tratamento e não voltará imediatamente ao trabalho. No mesmo dia, o Reino Unido superou a marca de 10.000 vítimas fatais em função da COVID-19 e tornou-se o 5º país com maior número de óbitos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA).

    Premiê britânico Boris Johnson faz pronunciamento após receber alta do hospital, em Londres, 12 de Abril de 2020
    © REUTERS / Pippa Fowles /10 Downing Street
    Premiê britânico Boris Johnson faz pronunciamento após receber alta do hospital, em Londres, 12 de Abril de 2020

    Preços do petróleo em alta após acordo OPEP+

    Nesta segunda-feira (13), os preços do petróleo registram alta de pelo menos US$ 1,00 (cerca de R$ 5,10), após os principais produtores mundiais anunciarem um acordo para reduzir a produção da commodity. No domingo (12), a Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP), Rússia, EUA e demais produtores, unidos em formato chamado OPEP+, selaram um acordo para reduzir a produção em 9,7 milhões de barris diários, ou cerca de 10% da produção mundial, durante o mês de maio. Os esforços para estabilizar os preços do petróleo são feitos em função da queda acentuada na demanda, em meio à pandemia de COVID-19.

    Enfrentamento entre Índia e Paquistão deixa mortos na Caxemira

    Na manhã de segunda-feira (13) embates entre as artilharias da Índia e Paquistão deixaram 1 pessoa morta e quatro feridas. As tensões entre a Índia e Paquistão na região da Caxemira atingiram níveis preocupantes neste fim de semana. No domingo (12), três civis foram mortos após confrontos, informou a polícia indiana. Os países acusam-se mutuamente de violar o cessar-fogo de 2003 imposto na região da chamada Linha de Controle, que divide a Caxemira indiana da paquistanesa. As duas potências nucleares disputam a soberania da região desde 1947.

    Soldado observa família durante propagação do COVID-19 na cidade de Srinagar, na região indiana da Caxemira, 11 de abril de 2020
    Mukhtar Khan
    Soldado observa família durante propagação do COVID-19 na cidade de Srinagar, na região indiana da Caxemira, 11 de abril de 2020

    Rússia aloca US$ 681 milhões para profissionais de saúde

    Nesta segunda-feira (13), o primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, anunciou a alocação de US$ 681 milhões (cerca de R$ 3 bilhões) para pagamento de adicionais aos profissionais de saúde que "estão colocando suas vidas em risco" para combater a COVID-19, disse o premiê. A Rússia registra 18.328 casos de COVID-19 e 148 vítimas fatais. O Serviço Federal de Defesa dos Direitos dos Consumidores e Bem-Estar Humano (Rospotrebnadzor) informou que está monitorando cerca de 141 mil casos suspeitos e que foram feitos mais de 1,3 milhão de testes no país.

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    Tags:
    petróleo, OPEP, Índia, Paquistão, Jammu e Caxemira, Caxemira, Páscoa, Papa Francisco, COVID-19, pandemia
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