02:57 26 Outubro 2021
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    • Monge budista Wilatha posando com o píton birmanês resgatado em seu mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar, 26 de novembro, 2020
    • Uma família olha para os pítons birmaneses resgatados no mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar, 26 de novembro, 2020
    • Monge budista e bombeiros soltam os pítons birmaneses na vida selvagem em uma floresta nos arredores de Yangon, Mianmar, 30 de novembro, 2020.
    • Monge budista alimenta o píton birmanês resgatado em seu mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar
    • Monge budista segurando o píton birmanês resgatado em seu mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar
    • O píton birmanês resgatado repousa na estátua de Buda no mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar
    • Monge budista segurando o píton birmanês resgatado em seu mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar
    • O píton birmanês resgatado espia das vestes do monge no mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar
    • O monge budista no mosteiro que se tornou o santuário de cobras se prepara para soltar os pítons birmaneses em uma floresta nos arredores de Yangon, Mianmar
    • O monge budista alimenta o píton birmanês resgatado em seu mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar
    © REUTERS / Shwe Paw Mya Tin
    Monge budista Wilatha posando com o píton birmanês resgatado em seu mosteiro que se tornou o santuário de cobras nos arredores de Yangon, Mianmar, 26 de novembro, 2020.

    O monge Wilatha, de 69 anos, criou um refúgio para serpentes que variam desde pítons a víboras e cobras no mosteiro Seikta Thukha TetOo, na cidade comercial de Yangon, Mianmar.

    Desde o dia da abertura do refúgio, há cinco anos, habitantes e agências governamentais, incluindo o corpo de bombeiros, têm levado cobras capturadas para o monge, informa a agência Reuters.

    "No momento que as pessoas capturarem as cobras, possivelmente vão tentar encontrar um comprador", contou Wilatha que usa um manto de cor açafrão (amarelado dourado) para limpar a cobra, uma das muitas que ele cuida e chama de "minhas filhas".

    A existência do santuário predominantemente budista em Mianmar significa que as pessoas podem ganhar "mérito" levando as cobras para o monge ao invés de matá-las ou vendê-las, disse Wilatha, que sente ter a certeza de que ajuda a proteger o ciclo natural ecológico.

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    Tags:
    cobras, Mianmar
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