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    Nesta segunda-feira (9), o Reino Unido impôs novas sanções contra Belarus como parte de um esforço para pressionar o governo do presidente Aleksandr Lukashenko.

    As novas medidas de Londres proíbem companhias britânicas de comprar, vender, assistir ou fornecer serviços de investimento relativamente a títulos e instrumentos de mercado emitidos por Belarus e entidades relacionadas com seu governo.

    As novas sanções incluem também "medidas para evitar que as transportadoras aéreas belarussas sobrevoem ou pousem no Reino Unido, e a proibição da prestação de assistência técnica à frota de aeronaves do presidente [Aleksandr] Lukashenko".

    Haverá também restrições ao comércio de potássio, produtos petrolíferos, e ainda intercepção e monitorização de bens e tecnologia de uso duplo (civil e militar).

    Por fim, também serão impostas medidas relativamente ao embargo de armas.

    "Estas sanções demonstram que o Reino Unido não aceitará as ações de Lukashenko desde a eleição fraudulenta", declarou Dominic Raab, ministro das Relações Exteriores do Reino Unido.

    "Estas medidas representam um passo adicional significativo para exercer pressão sobre o regime de Lukashenko [...] Elas são cuidadosamente direcionadas para exercer pressão sobre Lukashenko, as instituições estatais e aqueles ao seu redor para mudar seu comportamento, minimizando, na medida do possível, quaisquer consequências não intencionais para a população de Belarus", afirmou o Ministério das Relações Externas britânico.

    Londres informou que os EUA também anunciariam novas sanções hoje (9), um ano após a contestada eleição presidencial em Belarus em 2020.

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    Tags:
    Reino Unido, Belarus, sanções, Aleksandr Lukashenko, Europa
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