21:02 07 Maio 2021
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    O chefe da diplomacia da UE, Josep Borrell, disse que as sanções da Rússia contra as autoridades europeias não impediriam a União Europeia (UE) "de levar à justiça os responsáveis ​​por violações dos direitos humanos".

    Na última sexta-feira (30), o site do Ministério das Relações Exteriores da Rússia publicou uma lista de oito cidadãos da União Europeia que foram proibidos de entrar na Rússia. A lista inclui, em particular, o chefe do Parlamento Europeu, David Sassoli, bem como a vice-presidente da Comissão Europeia para os Valores Europeus e a Transparência, Vera Yurova.

    Chefe da Política Externa da União Europeia, Josep Borrell, durante coletiva de imprensa em Bruxelas
    © AP Photo / Kenzo Tribouillard / Pool Photo
    Chefe da Política Externa da União Europeia, Josep Borrell, durante coletiva de imprensa em Bruxelas

    De acordo com a chancelaria russa, esta decisão foi tomada em resposta às medidas restritivas impostas em 2 e 22 de março pelo Conselho da UE contra seis cidadãos russos.

    "A ação russa não impedirá a União Europeia de continuar a apoiar os direitos humanos, a democracia e o direito internacional, e de responsabilizar os responsáveis ​​por violações dos direitos humanos", disse Borrell em um comunicado divulgado neste sábado (1º).

    O chefe da diplomacia europeia também "condenou a decisão da Federação da Rússia de proibir a entrada de oito cidadãos da União Europeia em território russo" e expressou total solidariedade para com os réus que caíram nas sanções russas.

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    Tags:
    democracia, medidas, sanções, Josep Borrell, União Europeia, Rússia
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