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    COVID-19 no mundo no final de março de 2021 (98)
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    A União Europeia (UE) aumentou nesta quarta-feira (24) as restrições para exportações de vacinas contra a COVID-19. 

    Na prática, o bloco terá mais liberdade para bloquear o envio de lotes para países com alto índice de vacinação, como o Reino Unido, ou que não estão compartilhando doses produzidas em seu território. 

    Os membros da União Europeia estão tendo dificuldades para acelerar seus programas de vacinação. O cronograma de distribuição de imunizantes foi atrasado por diversas vezes por fabricantes. 

    De acordo com a Comissão Europeia, responsável pela política comercial do bloco, as medidas para garantir que as exportações dos fabricantes não prejudiquem o abastecimento dos países da UE foram ampliadas.

    As regras adicionam 17 países, como Israel, Noruega e Suíça, à lista de nações para as quais as remessas de imunizantes produzidos na UE exigem licença. 

    'Nacionalismo da vacina'

    O Reino Unido, por sua vez, alertou o bloco a não praticar o que chamou de "nacionalismo da vacina". A Organização Mundial da Saúde, em ocasiões anteriores, também usou a expressão ao pedir acesso igualitário aos imunizantes.

    O chefe da pasta de Comércio da UE, Valdis Dombrovskis, disse que as regras não tinham nenhum alvo específico. Ao final do dia, o bloco e o governo britânico afirmaram que atuavam juntos para aumentar o fornecimento de vacinas.

    Recentemente, a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, ameaçou suspender as exportações de vacinas para o Reino Unido.

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    COVID-19 no mundo no final de março de 2021 (98)

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    Tags:
    novo coronavírus, COVID-19, pandemia, vacina, União Europeia, UE, Reino Unido, Comissão Europeia, Ursula von der Leyen
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