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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)
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    A Universidade de Oxford anunciou nesta sexta-feira (12) que a vacina produzida pela instituição em parceria com a farmacêutica AstraZeneca será testada a partir de agora também em crianças e adolescentes, de idades entre seis e 17 anos.

    Segundo um comunicado publicado no site da universidade, o ensaio clínico de fase 2 contará com 300 voluntários, sendo que 240 deles vão receber o imunizante contra a COVID-19 e os 60 restantes, uma vacina controle, que será a de meningite.

    Os testes, que começam já nesse mês, serão os primeiros a incluir essa faixa etária.

    "Embora a maioria das crianças não seja relativamente afetada pelo coronavírus e seja improvável que adoeça com a infecção, é importante estabelecer a segurança e a resposta imunológica à vacina em crianças e jovens", afirma Andrew Pollard, pesquisador-chefe do ensaio da vacina de Oxford.

    ​Rinn Song, pediatra e cientista no Grupo de Vacinas de Oxford, disse que apesar da resistência das crianças e jovens ao novo coronavírus, o grupo também foi afetado pela pandemia.

    "A pandemia da COVID-19 teve um impacto negativo profundo na educação, no desenvolvimento social e no bem-estar emocional de crianças e adolescentes, além da doença e apresentações raras de doenças graves. Portanto, é importante coletar dados sobre a segurança e de resposta imune também nessas faixas etárias, para que elas possam se beneficiar no futuro", completou.
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    Tags:
    adolescentes, crianças, testes em humanos, testes, Universidade de Oxford, pandemia, novo coronavírus, vacinação, vacina, COVID-19
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