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    Situação mundial da COVID-19 no início de fevereiro de 2021 (80)
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    A vacina contra COVID-19 da AstraZeneca e da Universidade de Oxford tem eficácia semelhante contra a variante do coronavírus "Kent" atualmente em circulação no Reino Unido.

    O anúncio foi feito pela universidade nesta sexta-feira (5), informando que o imunizante também atua contra as variantes que circulavam anteriormente, segundo publicou a Reuters.

    A variante, identificada pela primeira vez em Kent, no sul da Inglaterra, é mais facilmente transmissível, levando muitos países a restringir as viagens para o Reino Unido. Também levou a um aumento nas infecções que forçou um novo bloqueio nacional na Inglaterra no mês passado.

    Pedestre passa pela ponte de Westminster, ao lado do Parlamento britânico, Londres, Reino Unido, 8 de janeiro de 2021
    © AP Photo / Frank Augstein
    Pedestre passa pela ponte de Westminster, ao lado do Parlamento britânico, Londres, Reino Unido, 8 de janeiro de 2021

    O lockdown ocorreu quando o Reino Unido começou a usar a vacina da AstraZeneca. Mais de 10 milhões de pessoas receberam a primeira dose do imunizante da AstraZeneca ou da Pfizer.

    O Reino Unido disse acreditar que as vacinas são eficazes contra variantes que estão circulando no país.

    "Os dados de nossos testes com a vacina ChAdOx1 no Reino Unido indicam que a vacina não apenas protege contra o vírus pandêmico original, mas também contra a nova variante, B.1.1.7, que causou o aumento da doença a partir do final de 2020 em todo o Reino Unido", disse Andrew Pollard, pesquisador-chefe dos testes de vacinas de Oxford.

    Sarah Gilbert, co-desenvolvedora da vacina, disse que, embora ela tenha eficácia contra a variante do Reino Unido, pode ser necessário adaptá-la para uma variante futura.

    "Estamos trabalhando com a AstraZeneca para otimizar o canal necessário para uma mudança de cepa, caso seja necessário", disse Sarah.

    Os resultados, divulgados em um documento não revisado por outras instituições, também detalham análises recentes, mostrando que a vacina resulta na redução da duração da eliminação e da carga viral, o que pode se traduzir em uma transmissão reduzida da doença.

    Tema:
    Situação mundial da COVID-19 no início de fevereiro de 2021 (80)

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    Tags:
    Universidade de Oxford, vacinação, vacina, novo coronavírus, COVID-19, pandemia, ciência, Reino Unido
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