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    Coronavírus no mundo em meados de dezembro (87)
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    País tem o pior índice entre as nações escandinavas no combate à COVID-19 e até o rei reconheceu que suecos falharam contra o novo coronavírus. Ainda assim, não haverá punições a quem não obedecer.

    O governo sueco recomendou nesta sexta-feira (18) o uso de máscaras nos transportes públicos durante os horários mais movimentados, revisando sua orientação anterior em relação à COVID-19, informou o site da BBC.

    O país também vai diminuir o limite de pessoas juntas em mesas de restaurantes, dos atuais oito para quatro indivíduos, e proibir a venda de álcool depois das 20 horas. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro Stefan Lofven sem especificar quando as regras entram em vigor.

    A Suécia, que nunca impôs um isolamento total, registrou quase 360 mil casos e oito mil mortes, muito mais do que os seus vizinhos escandinavos.

    O país era um dos poucos a não recomendar máscaras em público fora dos estabelecimentos de saúde. Isso apesar das recomendações dadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

    'Nação falhou'

    Na quinta-feira (17), o rei Carl Gustaf XVI disse que a nação "falhou" em salvar vidas com a sua abordagem relativamente relaxada ao surto do novo coronavírus. O monarca fez as observações em um programa de TV com a retrospectiva de 2020.

    Em vez de optar por sanções legais, a Suécia apelou ao senso de responsabilidade e dever cívico dos cidadãos e emitiu apenas recomendações. 

    No entanto, no início desta semana, foi pedido às escolas de toda a região de Estocolmo que mudassem, pela primeira vez, para o ensino à distância para crianças entre 13 e 15 anos de idade. A medida foi anunciada em resposta ao aumento dos casos da COVID-19.

    Isto ocorreu uma semana após uma decisão de 7 de dezembro de mudar para o ensino à distância aos maiores de 16 anos.

    E na segunda-feira (14), entraram em vigor novas recomendações de âmbito nacional para o período de Natal, em substituição de diretrizes semelhantes específicas para a região.

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    Tags:
    novo coronavírus, Stefan Löfven, Escandinávia, Suécia, COVID-19
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