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    COVID-19 no mundo no fim de novembro (67)
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    Supostos hackers norte-coreanos fingiram ser recrutas do site de contatos profissionais LinkedIn e do WhatsApp para abordar funcionários da AstraZeneca com ofertas de emprego falsas para tentar invadir os sistemas da fabricante de vacinas britânica.

    As informações foram publicadas nesta sexta-feira (27) pela agência Reuters, com base no depoimento de duas pessoas a par do assunto.

    Após o contato pelas redes sociais, os supostos hackers enviaram documentos com descrições de cargos que teriam códigos nocivos criados para obter acesso ao computador dos alvos.

    Uma das fontes da agência disse que as tentativas de invasão teriam visado "um grupo amplo de pessoas", inclusive funcionários envolvidos na pesquisa da candidata à vacina contra a COVID-19, mas que nenhum dos hackers obteve sucesso.

    Autoridades dos Estados Unidos e pesquisadores de segurança cibernética atribuem que as ferramentas e técnicas usadas nos ataques foram feitas na Coreia do Norte.

    Vacina AstraZeneca
    © REUTERS / Dado Ruvic
    Vacina AstraZeneca

    A suposta invasão ocorre exatamente no momento em que a credibilidade das pesquisas da vacina da AstraZeneca é colocada em xeque por especialistas.

    A farmacêutica e a Universidade de Oxford anunciaram que seu imunizante tem de 62% a 90% de eficácia.

    A taxa mais alta foi alcançada quando os participantes receberam meia dose da vacina e, um mês depois, uma dose completa.

    Quando foram aplicadas duas doses completas, também com um mês de diferença entre elas, a eficácia caiu para 62%.

    No entanto, o executivo responsável pela área de pesquisa e desenvolvimento da AstraZeneca, Menelas Pangalos, disse que a empresa não tinha a intenção de aplicar metade da dose nos voluntários.

    Ou seja, segundo o pesquisador, a eficácia de 90% teria sido um acaso, após um erro de controle de aplicação das doses.

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    COVID-19 no mundo no fim de novembro (67)

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    Tags:
    pandemia, imunizante, imunização, imunidade, novo coronavírus, vacinação, Universidade de Oxford, vacina, COVID-19
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