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    A França entrou em ebulição com a publicação de charges do profeta Maomé, começando com a decapitação do professor Samuel Paty, em outubro, por ter mostrado os desenhos em sala de aula.

    Em 29 de outubro, um homem de 21 anos da Tunísia, mais tarde identificado como Brahim Aoussaoui, matou três pessoas com uma faca na Basílica de Notre-Dame, em Nice, França. O prefeito, Christian Estrosi, afirmou que o agressor gritou repetidamente: "Allahu Akbar" (Deus é grande). O governo francês considerou tal feito como um ataque terrorista.

    Outras quatro pessoas foram detidas em Val-d'Oise, região de Île-de-France, durante o ataque fatal com faca na semana passada em Nice, informou a agência AFP.

    Um deles, de 29 anos, é suspeito de ter mantido contato com o agressor tunisiano, segundo a mídia. Os outros três, com idades entre 23 e 45 anos, teriam estado presentes na casa do primeiro suspeito.

    Seis pessoas já foram detidas por investigadores que tentam identificar os companheiros mais próximos do principal suspeito, Brahim Aoussaoui, ferido durante sua prisão.

    Após o ataque em Nice, outro ataque ocorreu em 31 de outubro em Lyon, onde um padre ortodoxo grego de 52 anos, Nikolaos Kakavelaki, foi baleado e ferido no 7º distrito da cidade, perto de uma igreja grega.

    Desde meados de outubro, a França foi tomada pelo horror, à medida que a ameaça islâmica radical se revitalizou no país, após a decapitação brutal do professor de história por um adolescente checheno radicalizado.

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    Tags:
    Defesa, tensão política, terrorismo islâmico, Segurança, França
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