06:49 26 Setembro 2020
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    Avanço da pandemia de COVID-19 em meados de maio (112)
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    Conselho de Ministros da Itália aprovou nesta quarta-feira (13) pacote de medidas econômicas no valor de 55 bilhões de euros (aproximadamente R$ 350 bilhões) para ajudar população afetada pela COVID-19.

    O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, em coletiva de imprensa. 

    Do valor total, 25,6 bilhões de euros (cerca de R$ 163 bilhões) serão destinados para auxiliar trabalhadores forçados a deixar seus postos por determinado período e trabalhadores informais. 

    "As medidas de apoio às empresas são de cerca de 15 a 16 bilhões de euros [entre R$ 95 e R$ 102 bilhões], fornecidas de várias formas: para as menores, faremos compensações não reembolsáveis. Também reduzimos em quatro bilhões de euros [cerca de R$ 25 bilhões] os impostos para todas as empresas com volume de negócios de até 250 milhões de euros [cerca de R$ 1,592 bilhão]", disse Conte.

    O premiê tinha prometido anunciar o pacote no mês passado, mas em função de discussões com sua bancada no Parlamento, até agora não tinha sido aprovado. Em março, um programa inicial, no valor de 25 bilhões de euros (cerca de R$ 159 bilhões), foi colocado em prática. 

    Itália tem mais de 31 mil mortes pelo coronavírus

    Segundo os últimos números oficiais, a Itália registra mais de 222 mil casos da COVID-19 e 31.106 mortes. O país é o terceiro com mais óbitos pela enfermidade no mundo. 

    Além disso, 112 mil pacientes foram considerados curados. Na quarta-feira (13), o número de pessoas recuperadas chegou à metade do total de casos. 

    "Trabalhamos nesse decreto conscientes de que o país está em grande dificuldade", acrescentou Conte, segundo publicado pela agência Reuters. 

    A previsão do governo é de que a economia sofra uma queda de 8% neste ano em função da pandemia. Após um lockdown de dois meses, pouco a pouco a população e os negócios começam a voltar as suas atividades na Itália. 

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    Tags:
    Giuseppe Conte, economia, Itália, Europa, pandemia, COVID-19, novo coronavírus
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