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    Pandemia da COVID-19 e o mundo no início de maio (100)
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    O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, afirmou que relaxar a quarentena de quase dois meses será inútil se as pessoas não obedecerem às regras de distanciamento social.

    Ele lembrou aos espanhóis neste sábado (9), dois dias antes de 51% da nação de 47 milhões ganhar permissão para frequentar cafés ao ar livre, que "o vírus não desapareceu".

    Na segunda-feira (11), muitas regiões menos afetadas pela pandemia irão permitir reuniões de até 10 pessoas e autorizar a abertura de igrejas, teatros, mercados ao ar livre, entre outros locais, mas com limites de ocupação. 

    Madri e Barcelona permanecem sob confinamento mais rigoroso. As regras de distanciamento social de dois metros permanecem em vigor, informa a agência de notícias Associated Press.

    "O vírus não desapareceu, a luta continua e não acabará até encontrarmos uma vacina. Enquanto isso, temos de coexistir com o vírus, por isso temos que reforçar o sistema de saúde e consolidar as suas capacidades".

    Sánchez e o Exército espanhol alertaram para possíveis surtos nos próximos meses.

    O Ministério da Saúde da Espanha registrou 179 mortes neste sábado (9). Há um mês, a Espanha tinha uma média diária de mortes de 900 pessoas. A pandemia de COVID-19 ceifou 26.478 vidas na Espanha. 

    Tema:
    Pandemia da COVID-19 e o mundo no início de maio (100)

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    Tags:
    COVID-19, pandemia, Pedro Sánchez, Espanha
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