18:55 11 Novembro 2019
Ouvir Rádio
    Costa da ilha de Sicília, Itália

    Encontrados destroços de cruzador naufragado em 1942 perto da Sicília (FOTOS)

    © AP Photo / Aaron Jackson
    Europa
    URL curta
    0 60
    Nos siga no

    Um navio de guerra italiano descobriu no estreito entre as ilhas de Stromboli e Sicília fragmentos do cruzador Giovanni delle Bande Nere, que afundou em abril de 1942 após o ataque de um submarino britânico.

    A descoberta foi feita a uma profundidade de entre 1.460 e 1.730 metros à distância de 20 quilômetros ao sul de Stromboli graças aos submersíveis lançados do destróier Vieste, comunicou a Marinha italiana.

    ​O cruzador leve, denominado em homenagem a um comandante da Toscana do século XVI, afundou em 1º de abril de 1942 após dois torpedos do submarino britânico HMS Urge o terem atingido. Quando o segundo torpedo atingiu o navio, este se partiu em duas partes e afundou em dois minutos.

    O ataque ocorreu quando o Giovanni fazia uma passagem do porto siciliano de Messina para La Spezia, onde devia ser submetido a reparos. O cruzador era acompanhado por um destróier e uma lancha torpedeira que receberam os poucos sobreviventes do navio afundado. De acordo com dados oficiais, morreram 373 pessoas (287 ou 381, segundo outros dados).

    Os submersíveis de pesquisa subaquática, que equipam o moderno destróier Vieste, conseguiram reduzir a área da provável localização do navio naufragado, escanear o relevo submarino e captar fotos e vídeos dos destroços mais tarde encontrados. Entre eles é possível ver claramente um canhão, o sino do navio, um tubo de torpedos e uma hélice.

    Mais:

    Homem escapa milagrosamente de ser esmagado por navio cargueiro (VÍDEO)
    Marinha dos EUA põe em serviço novo navio com tecnologia furtiva
    Encontrados destroços do 1º navio que Japão perdeu na Segunda Guerra Mundial (FOTOS)
    Guarda Costeira argentina abre fogo contra navio chinês (VÍDEO)
    Tags:
    naufrague, cruzador, submarino, navio, Sicília, Itália
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar