19:06 25 Junho 2019
Ouvir Rádio
    Destroços de um barco em praia

    Submarino alemão da 1ª Guerra Mundial aparece em praia francesa (FOTOS, VÍDEO)

    CC0 / Pixabay/Atlantios
    Europa
    URL curta
    3241

    Graças aos movimentos de areia nessa praia francesa, ficaram visíveis os vestígios de um submarino alemão abandonado pela sua tripulação há 101 anos.

    Os restos do submarino alemão UC-61, que datam da época da Primeira Guerra Mundial, foram detectados na praia nos arredores da cidade de Wissant, localizada na região de Nord-Pas-de-Calais, na França.

    ​Casco enferrujado do submarino alemão UC-61 da Primeira Guerra Mundial que ficou preso na areia junto à costa francesa em 1917 reemerge 100 anos depois que a tripulação o abandonou para se render

    O submarino foi inundado pelos homens a bordo em julho de 1917. Partes da embarcação têm aparecido na praia cada dois ou três anos

    Conforme relatado pelo jornal La Voix du Nord, o submarino teve que ser abandonado na praia francesa por seus 26 tripulantes em 26 de julho de 1917. Passados 101 anos, duas grandes partes do submarino ficaram visíveis graças aos movimentos da areia, tornando-se uma atração turística.

    O submarino UC-61 se dedicava a afundar navios aliados, principalmente britânicos e franceses. Em sua última viagem, o navio saiu da Bélgica e estava se dirigindo para as costas francesas para colocar minas, mas ficou encalhado na areia. Ao perceber as dificuldades, a tripulação o abandonou e se rendeu às autoridades francesas.

    Atualmente, os vestígios do submarino atraem muitas pessoas. No entanto, não se sabe se o submarino se tornará ainda mais visível ou se será enterrado novamente pela areia.

    Mais:

    MH370 encontrado? Britânico afirma ter avistado restos do avião no fundo do mar
    Pesquisadores encontram restos do navio de James Cook, que naufragou há 240 anos
    Tags:
    areia, destroços, praia, submarino, navio, Primeira Guerra Mundial, França
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar