21:13 18 Outubro 2018
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    Foto da placa Arbeit macht frei (Trabalho te torna livre) no portão principal do antigo campo de concentração e extermínio nazista alemão Auschwitz.

    Três meninas polonesas causam indignação após foto saudando Hitler em Auschwitz

    © REUTERS / Pawel Ulatowski
    Europa
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    O antigo campo de extermínio, agora um museu, localizado na Polônia, serve como um lembrete dos horrores dos crimes dos nazistas e das centenas de milhares de assassinatos cometidos por eles. Uma foto controversa atraiu a atenção do escritório da promotoria local, que está tentando determinar quem são os indivíduos na imagem.

    Três garotas polonesas não identificadas tiraram uma foto saudações a Hitler com o antigo campo de extermínio nazista Auschwitz em segundo plano. A foto foi postada no Instagram e logo se espalhou pela rede social.

    Três garotas polonesas não identificadas tiraram uma foto saudações a Hitler com o antigo campo de extermínio nazista Auschwitz em segundo plano. A foto foi postada no Instagram e logo se espalhou pela rede social.

    A polêmica chamou a atenção da promotoria pública polonesa, que considera uma violação de duas leis — sobre a propagação do fascismo ea contaminação de um memorial, disse Bartosz Bartyzel, porta-voz do museu de Auschwitz.

    "Tal atitude nos choca e nos horroriza, especialmente quando realizada em um lugar tão trágico. Um lugar onde pessoas inocentes eram mantidas cativas e assassinadas. Tais incidentes, apesar de serem uma ocasião rara, são particularmente entristecentes quando envolvem jovens", disse Bartyzel.

    O caso envolvendo as três meninas também chamou a atenção do Centro de Monitoramento do Racismo e da Xenofobia, que iniciou uma investigação paralela. 

    Este não é o único incidente envolvendo o memorial que ocorreu recentemente. Anteriormente, um estudante israelense roubou vários artefatos do museu e depois os usou em uma exposição na Faculdade de Artes do Beit Berl College.

    Tags:
    Faculdade de Artes do Beit Berl College, Centro de Monitoramento do Racismo e da Xenofobia, Bartosz Bartyzel, Adolf Hitler, Auschwitz
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